Rateio de condomínio: guia completo para entender, calcular e saber quem paga 

por | mar 25, 2026 | Financeiro

Rateio de condomínio é a divisão das despesas comuns entre as unidades e aplicada de acordo com a natureza da despesa. Veja como calcular! 

É muito comum surgir a mesma dúvida em assembleias e grupos de moradores: por que um apartamento paga mais do que outro? 

Quando o boleto chega com valores diferentes, taxa extra ou cobranças pouco explicadas, o tema rapidamente vira motivo de conflito. Afinal, rateio de condomínio é o mecanismo usado para dividir as despesas do condomínio entre as unidades. 

Mas a forma dessa divisão não depende só de “bom senso”, ela passa pela convenção condominial, pelo Código Civil, pelo tipo de despesa e pelas decisões válidas da coletividade. 

Em alguns casos, o rateio segue a fração ideal; em outros, pode ser igualitário ou até separado por grupos. 

Neste guia, você vai entender o que significa rateio de condomínio, como ele funciona na prática e como calcular corretamente. Continue lendo! 

O que é rateio de condomínio?

Rateio de condomínio é a forma de dividir, entre os condôminos, as despesas necessárias para manter o condomínio funcionando. 

Em outras palavras, é o critério usado para dizer quanto cada unidade deve pagar dentro do orçamento condominial. 

Essa divisão existe porque há gastos que beneficiam a coletividade, como: 

  • Energia de corredores e garagem; 

Na prática, é importante separar duas coisas: 

  • Despesas individuais: gastos ligados exclusivamente à unidade, como consumo individualizado de água, gás ou danos causados por um morador, quando identificáveis. 

Essa diferença é essencial, afinal o que é individualizável, em regra, não deve ser jogado no “bolo” do condomínio sem justificativa. 

Os modelos mais comuns de divisão são: 

  • Rateio por fração ideal no condomínio; 
  • Rateio igualitário de condomínio; 
  • Rateio por uso no condomínio, em situações específicas; 
  • Rateio em grupos no condomínio, quando há torres, blocos ou estruturas com custos próprios. 

Mas para saber qual critério é válido, é preciso olhar o que diz a legislação e a convenção do condomínio. 

O que diz o Código Civil sobre rateio de condomínio? 

A regra geral do Código Civil, no art. 1.336, é a seguinte: cada condômino contribui para as despesas na proporção de sua fração ideal, salvo se a convenção dispuser de outra forma. 

“São deveres do condômino:
I – contribuir para as despesas do condomínio na proporção das suas frações ideais, salvo disposição em contrário na convenção.” 

De forma geral, a fração ideal e taxa condominial estão diretamente ligadas. A fração ideal representa a participação de cada unidade no terreno e nas partes comuns do condomínio. 

Em muitos empreendimentos, apartamentos maiores ou com maior participação no todo acabam pagando mais justamente por terem fração ideal maior. 

Isso não significa, porém, que todo condomínio seja obrigado a usar apenas esse modelo. A própria realidade condominial mostra que pode haver previsão diferente, desde que isso esteja adequadamente estabelecido na convenção. 

O rateio de condomínio é diferente da fração ideal? 

Sim, pode haver rateio diferente da fração ideal, desde que haja previsão na convenção condominial ou que ela seja validamente alterada, observando-se o quórum legal exigido. 

Nos termos do art. 1.336, inciso I, do Código Civil, a regra geral é a contribuição proporcional à fração ideal, salvo disposição em contrário estabelecida na própria convenção. 

Na prática, nem todo condomínio usa exclusivamente a fração ideal como critério para todas as despesas. Há casos em que se adotam outros formatos, como: 

  • Rateio igualitário, com o mesmo valor para todas as unidades; 
  • Rateio por grupos, considerando bloco, torre ou conjunto; 
  • Critérios híbridos, em determinadas despesas seguem a fração ideal e outras são divididas conforme uso ou critérios específicos. 

É justamente por isso que a comparação entre rateio por fração ideal e igualitário não tem uma resposta única. O modelo mais adequado depende de três fatores principais: 

  • O que está previsto na convenção condominial; 
  • Que tipo de despesa está sendo cobrada; 
  • E a existência de previsão expressa ou alteração válida da convenção, conforme quórum legal. 

Mas isso significa que qualquer mudança pode ser feita a qualquer momento? Não. A alteração da forma de rateio exige modificação da convenção condominial, respeitando os requisitos legais, o que exige cautela do síndico. 

Como funciona o rateio de condomínio na prática? 

Na prática, o condomínio primeiro identifica quais despesas precisam ser pagas e, em seguida, aplica a cada uma delas o critério de divisão previsto. 

Esse critério pode estar definido diretamente na convenção ou, quando permitido, ser detalhado em assembleia, desde que não contrarie o que já foi estabelecido na convenção. 

O cálculo do rateio de condomínio costuma aparecer no boleto mensal, mas não se limita à taxa ordinária. Ele também pode envolver: 

  • Cobranças por obras; 
  • Despesas atribuídas a grupos específicos; 
  • Rateios vinculados a estruturas próprias de determinada torre ou bloco, quando houver previsão. 

Em outras palavras, o rateio não é apenas “dividir a conta por todos”. Antes disso, é necessário classificar a despesa e identificar qual regra jurídica e convencional se aplica. 

Na prática, tudo começa pela natureza da despesa. As despesas ordinárias correspondem aos gastos habituais de funcionamento do condomínio, como manutenção, limpeza e serviços contínuos.  

Enquanto as despesas extraordinárias são custos que não podem ser previstos com antecedência e ocorrem devido a situações inesperadas, como reformas, despesas legais ou despesas de forma maior (incêndio, enchentes, desastres naturais). 

Quem define a forma de rateio?

A forma de rateio não é escolhida livremente pelo síndico. O ponto central é este: a divisão das despesas depende, principalmente, da convenção condominial e, em alguns casos, de deliberação da assembleia. 

Isso importa porque boa parte dos conflitos nasce justamente quando a cobrança aparece sem explicação clara ou quando o critério aplicado não bate com os documentos do condomínio. 

Para reduzir disputas, é essencial haver: 

  • Regra documental clara; 
  • Memória de cálculo disponível; 
  • Alinhamento entre convenção, atas e boletos. 

Em geral, o primeiro documento a ser consultado é a convenção do condomínio. A convenção é a principal referência para saber se o condomínio adota: 

  • Rateio por fração ideal; 
  • Rateio igualitário; 
  • Critérios mistos; 
  • Grupo de rateio para determinadas despesas (quando certas despesas são cobradas apenas de um conjunto específico de unidades que se beneficiam de estruturas específicas, como portaria exclusiva ou elevador individual). 

Mas a convenção nem sempre resolve tudo sozinha. A assembleia pode aprovar o orçamento, autorizar despesas específicas e detalhar a aplicação prática de cobranças previstas no sistema do condomínio. 

Também pode deliberar sobre rateio em grupos no condomínio ou rateio por uso no condomínio, desde que respeite os limites legais e documentais. 

O ponto de atenção é que a assembleia não pode simplesmente ignorar a convenção. Se a convenção estabelece um critério base, a coletividade não pode alterá-lo de forma informal, sem observar os requisitos necessários. 

Ainda assim, nem toda decisão pode ser tomada por maioria simples. 

O quórum necessário varia conforme o tipo de matéria. Uma coisa é aprovar orçamento ordinário; outra é criar taxa extra; outra, ainda mais sensível, é alterar a própria lógica de divisão das despesas. 

Em linhas gerais: 

  • Decisões rotineiras podem seguir quóruns mais simples; 
  • Matérias mais relevantes exigem quórum qualificado; 
  • Mudanças estruturais no critério de rateio podem exigir quórum elevado e, em certos casos, até unanimidade. 

É justamente por isso que mudar a forma de rateio exige atenção redobrada. 

Pode mudar a forma de rateio de condomínio?

Sim, mas depende de como essa mudança é feita. A regra principal está no Código Civil: as despesas do condomínio devem ser divididas conforme a fração ideal, salvo se a Convenção estabelecer outro critério. 

Se a alteração não muda a regra principal do rateio, ela pode ser feita por aprovação em assembleia (geralmente maioria simples). Por exemplo: 

  • Rateio específico para garagem; 
  • Divisão de custos por bloco ou torre; 
  • Cobrança de despesas que só alguns usam (ex.: área de lazer restrita). 

Aqui, o condomínio está apenas detalhando despesas, não mudando a lógica geral. 

No entanto, se a alteração muda o critério principal de cobrança, então a exigência é maior. Por exemplo: 

  • Trocar de fração ideal para rateio igualitário. 

Nesse caso, trata-se de uma mudança que impacta diretamente o valor pago por cada unidade. Por isso, normalmente exige alteração da Convenção e quórum qualificado (2/3 ou unanimidade, dependendo do caso). 

Como calcular o rateio de condomínio?

Este cálculo segue uma lógica bastante simples: primeiro define a regra, depois faz a conta. 

  • Defina o valor total: some todas as despesas do período; 
  • Classifique as despesas: separe corretamente entre ordinárias, extraordinárias, fundo de reserva e despesas específicas; 
  • Identifique o critério de rateio: verifique na Convenção qual regra aplicar, se é fração ideal, igualitário ou por grupo; 
  • Separe o que não entra no rateio: despesas individualizadas não devem ser divididas entre todos (ex.: consumo de água individual, vaga específica, área exclusiva); 
  • Faça o cálculo: aplique o critério definido; 
  • Igualitário: divide o valor pelo número de unidades; 
  • Fração ideal: cada unidade para conforme seu percentual; 
  • Por grupo: divide apenas entre quem utiliza. 
  • Registre tudo: deixe claro o valor total, critério usado e o valor por unidade. Isso evita dúvidas, questionamentos e conflitos. 

Veja os principais formatos usados nos condomínios 

Rateio pela fração ideal 

No rateio por fração ideal no condomínio, cada unidade paga conforme sua participação no condomínio. 

Esse modelo é o mais tradicional e está alinhado à regra legal geral. Ele costuma ser quando há: 

  • Unidades com tamanhos diferentes; 
  • Diferença de padrão (ex.: cobertura vs apartamento padrão); 
  • Empreendimentos com valorização desigual entre unidades. 

Esse critério costuma ser visto como mais aderente à lógica patrimonial do condomínio. 

Rateio igualitário 

No rateio igualitário de condomínio, todas as unidades pagam o mesmo valor, não importa o tamanho, localização ou valor do imóvel. 

Esse modelo é fácil de entender, fácil de lançar em boleto e fácil de fiscalizar. 

Por outro lado, também é o que mais gera debate quando há grande diferença entre as unidades. Em um prédio com apartamentos pequenos e coberturas muito maiores, por exemplo, o rateio igual pode ser percebido como injusto por parte dos moradores. 

Rateio por grupos 

As despesas são divididas apenas entre quem utiliza ou gera aquele custo. 

É aqui que entra o conceito de grupo de rateio em condomínio: uma forma de separar despesas por conjuntos de unidades que compartilham determinado custo. 

Exemplos práticos: 

  • Lojas que não usam piscina ou salão de festas; 
  • Bloco com elevador exclusivo; 
  • Torre com manutenção própria; 
  • Unidades comerciais com portaria independente; 
  • Garagem vinculada apenas a alguns proprietários. 

Nessas hipóteses, o rateio por uso no condomínio pode ser adequado, desde que não seja criado de forma improvisada. Sem base documental clara, esse modelo vira terreno fértil para discussão e litígio. 

Cobertura paga mais? 

A resposta correta é: depende. 

Coberturas costumam pagar mais quando possuem fração ideal maior, área maior ou participação patrimonial mais elevada no condomínio. Mas isso não é uma regra automática e universal. 

Se a convenção adota rateio igualitário, por exemplo, a cobertura pode pagar o mesmo que as demais unidades. Se adota fração ideal, é bastante possível que pague mais. 

Quais despesas entram no rateio? 

Entram no rateio as despesas necessárias à administração, conservação e funcionamento das áreas e serviços comuns do condomínio, conforme a convenção, o orçamento e as deliberações válidas. 

Exemplos típicos de despesas que entram no rateio: 

  • Salários e encargos de funcionários; 
  • Limpeza e conservação; 
  • Manutenção de elevadores; 
  • Energia das áreas comuns; 
  • Água comum, quando não individualizada; 
  • Contratos de segurança; 
  • Jardinagem; 
  • Administração condominial; 
  • Seguros obrigatórios; 
  • Pequenos reparos de rotina. 

Por outro lado, é importante separar isso das despesas individuais, como: 

  • Consumo privativo individualizado; 
  • Dano causado por uma unidade identificada; 
  • Multa pessoal; 
  • Reparo de item exclusivo da unidade, quando não integra a área comum. 

Essa distinção evita cobranças indevidas e ajuda a dar transparência ao boleto. 

Obras entram no mesmo modelo de rateio? 

Em geral, obras podem seguir o critério previsto na convenção, mas o tipo de obra influencia a discussão sobre aprovação, quórum e até responsabilidade de pagamento em locação. 

De forma simplificada, vale distinguir: 

  • Manutenção necessária: conserva ou repara algo essencial; 
  • Obra útil: melhora o uso da área comum; 
  • Benfeitoria: agrega conforto ou valorização. 

Na prática, o rateio de despesas extraordinárias costuma aparecer com mais força nas obras, e isso aumenta a necessidade de documentação clara. 

O que fazer quando o rateio está errado? 

Se houver sinais de erro, o rateio pode sim ser questionado. 

Sinais de alerta mais comuns: 

  • Cobrança sem previsão na convenção ou sem aprovação válida; 
  • Mudança unilateral de critério; 
  • Erro matemático no cálculo; 
  • Inclusão de despesa individual no rateio comum; 
  • Desrespeito ao que foi aprovado em assembleia; 
  • Ausência de memória de cálculo. 

Nesses casos, o caminho mais prudente costuma seguir etapas: 

  1. Consultar a convenção e as atas de assembleia.
  2. Pedir o demonstrativo e a memória de cálculo.
  3. Questionar administrativamente o síndico ou a administradora.
  4. Buscar assessoria jurídica, se o problema persistir.

Na prática, muitos conflitos se resolvem quando há transparência documental. Às vezes o problema é um erro de lançamento; em outras, há de fato uma irregularidade mais séria. 

Antes de pensar em judicialização, vale entender até onde vai o poder do síndico. 

Síndico pode alterar o rateio sozinho? 

Em regra, não. O síndico administra e executa o que está definido na convenção, no orçamento e nas deliberações válidas da assembleia. 

Ele não pode criar um novo critério de rateio por conta própria, nem substituir a regra vigente apenas por conveniência administrativa. 

Se isso acontecer, podem surgir consequências como: 

  • Impugnação interna da cobrança; 
  • Questionamento da assembleia; 
  • Pedido de revisão; 
  • Contestação judicial, conforme o caso. 

A atuação regular do síndico exige previsibilidade e aderência aos documentos do condomínio. 

Quem paga o rateio: proprietário ou inquilino? 

Essa é uma das dúvidas mais comuns, e a resposta precisa separar duas relações diferentes. 

A primeira é a relação condomínio x unidade. Para o condomínio, a cobrança é vinculada à unidade e ao condômino responsável perante a coletividade. 

A segunda é a relação proprietário x inquilino, regulada também pela Lei do Inquilinato e pelo contrato de locação. 

Entenda: 

  • Despesas ordinárias: em regra, ficam com o inquilino; 
  • Despesas extraordinárias: em regra, ficam com o proprietário; 
  • Fundo de reserva: exige atenção ao contexto, mas em geral se vincula ao proprietário, com possíveis nuances em casos de reposição ligada a gasto ordinário. 

Mas isso significa que o condomínio deve cobrar diretamente do inquilino? Nem sempre.  

Em muitos casos, o condomínio cobra da unidade, e a divisão entre locador e locatário é acertada entre eles conforme contrato e legislação aplicável. 

Por isso, quando há locação, o ideal é que: 

  • O contrato detalhe responsabilidades; 
  • O boleto discrimine as naturezas da cobrança; 
  • O proprietário acompanhe o que está sendo repassado ao inquilino. 

Quando essas regras não estão claras, os conflitos se multiplicam. 

Como evitar conflitos no rateio do condomínio 

Em um tema tão sensível quanto dinheiro, prevenir é muito mais eficiente do que remediar. Para reduzir discussões sobre rateio de condomínio, o condomínio precisa trabalhar em quatro frentes. 

Convenção atualizada 

A convenção deve deixar claro o critério-base de cobrança e, se houver, as regras de grupos, uso e despesas específicas. 

Memória de cálculo acessível   

Moradores precisam conseguir entender de onde veio o valor cobrado. Transparência reduz desconfiança. 

Prestação de contas transparente  

Balancetes, previsões orçamentárias e atas claras evitam dúvidas recorrentes. 

Comunicação prévia sobre mudanças e obras   

Avisar antes, explicar o motivo e apresentar o cálculo ajuda a diminuir resistência. 

Por fim, se houver dúvida no seu condomínio, o caminho mais seguro é consultar a convenção, verificar as atas e pedir a memória de cálculo. E, quando necessário, buscar apoio especializado. 

Se quiser aprofundar o tema, veja também como classificar e calcular as despesas do condomínio neste passo a passo completo. Boa leitura!

Relacionados

Fluxo de caixa do condomínio: confira 6 dicas para manter a eficiência

Manter um condomínio financeiramente saudável é uma tarefa desafiadora,...

Ex-síndico é condenado por abastacer o seu carro elétrico usando o dinheiro do condomínio

A administração de um condomínio envolve a gestão de recursos, a...

O passo a passo para você criar e analisar o balancete mensal do seu condomínio

O balancete de condomínio é um documento contábil, no qual consta um...

Previsão orçamentária de condomínio: o que é e como fazer?

Faz parte do trabalho do síndico realizar uma boa previsão orçamentária...

Saiba como o Débito Direto Autorizado moderniza a gestão financeira

As administradoras de condomínio têm como papel auxiliar nas demandas...

8 dicas para reduzir os custos em condomínio e economizar

Confira as 8 dicas para ajudar na redução de custos em condomínios,...

Como fazer acordo de dívida de condomínio? Veja as principais orientações neste artigo

Você sabe como fazer acordo de dívida de condomínio? Se a resposta for...

Demonstrativo de receitas e despesas de condomínio: o que é e como fazer

É dever do síndico acompanhar a movimentação financeira da conta bancária...

Auditoria em condomínios: prevenção contra fraudes

Condomínios lidam com muito dinheiro. Para você ter uma ideia, apenas na...

Como cobrar condomínio do inquilino? Veja o passo a passo

Se você é síndico, provavelmente já se perguntou como cobrar condomínio...

Como calcular a fração ideal de um imóvel de maneira simples

Todos os meses é cobrada uma taxa condominial que serve para bancar...

O que acontece se eu não pagar o condomínio? Veja quais são todas as consequências

Entre as principais dúvidas de condôminos e inquilinos, esta se destaca:...

Contador para condomínio: obrigatório ou opcional? Entenda!

Contabilidade é um dos temas da gestão condominial que mais causa dor de...

Reajuste da taxa condominial: como evitar conflitos e explicar medidas impopulares

Reajustar a taxa condominial é, muitas vezes, um verdadeiro teste de...

Demonstração de Fluxo de Caixa: qual a importância para a saúde financeira do condomínio?

Quando se pensa em gestão financeira, condomínios muitas vezes não são os...

Auditoria em condomínios: prevenção contra fraudes

Condomínios lidam com muito dinheiro. Para você ter uma ideia, apenas na...

Depósito em juízo em condomínio: o que é e como funciona?

Discussões e brigas por causa de dinheiro são um mal recorrente na vida...

Condômino que firmou acordo e pagou a primeira parcela é considerado adimplente ou inadimplente?

Em tempos de crise econômica, a inadimplência nos condomínios tem...

O passo a passo definitivo para calcular juros de condomínio atrasado e como lidar com isso

Quando se trata de lidar com as finanças de um condomínio, uma das...

Reajuste da taxa condominial: como evitar conflitos e explicar medidas impopulares

Reajustar a taxa condominial é, muitas vezes, um verdadeiro teste de...

O que acontece se eu não pagar o condomínio? Veja quais são todas as consequências

Entre as principais dúvidas de condôminos e inquilinos, esta se destaca:...

Conta digital para condomínios: entenda o que é, principais vantagens e como abrir

A tecnologia beneficia a gestão de condomínios de diversas formas, e isso...

Demonstração de Fluxo de Caixa: qual a importância para a saúde financeira do condomínio?

Quando se pensa em gestão financeira, condomínios muitas vezes não são os...

O passo a passo para você criar e analisar o balancete mensal do seu condomínio

O balancete de condomínio é um documento contábil, no qual consta um...

6 dicas para diminuir os custos do condomínio

É quase unânime o número de pessoas que buscam reduzir gastos. Ainda mais...

Como calcular a fração ideal de um imóvel de maneira simples

Todos os meses é cobrada uma taxa condominial que serve para bancar...

Conta pool: o que é e quais são as vantagens?

Muitos síndicos penam na hora de lidar com a gestão financeira do...

Ex-síndico é condenado por abastacer o seu carro elétrico usando o dinheiro do condomínio

A administração de um condomínio envolve a gestão de recursos, a...

Conta pool é legal? Veja os riscos de optar por este modelo de conta

A conta pool tem sido adotada por algumas administradoras como uma forma...

Fundo de reserva de condomínio: como funciona e como usar

Ao contrário do que muitos pensam, o fundo de reserva não é apenas uma...

Como gerar receita extra para o condomínio: 15 ideias práticas para arrecadar dinheiro

Em tempos de crise, a busca por alternativas para aumentar a receita do...

Guia completo para uma conciliação bancária eficiente no seu condomínio: o passo a passo definitivo

Administrar as finanças de um condomínio requer uma abordagem precisa e...

Como criar uma planilha de prestação de contas do condomínio? Veja e baixe um modelo gratuito

Se você é síndico, sabe o quanto é desafiador fazer uma prestação de...

Demonstrativo financeiro de condomínio: aprenda como fazer

A gestão financeira do condomínio é uma das atividades mais cruciais...

Como cobrar condomínio do inquilino? Veja o passo a passo

Se você é síndico, provavelmente já se perguntou como cobrar condomínio...

Demonstração de Fluxo de Caixa: qual a importância para a saúde financeira do condomínio?

Quando se pensa em gestão financeira, condomínios muitas vezes não são os...

Sistema financeiro para imobiliária: a chave para economizar tempo e dinheiro

De acordo com uma pesquisa realizada com imobiliárias do Brasil, pelo...

Conta digital para condomínios: entenda o que é, principais vantagens e como abrir

A tecnologia beneficia a gestão de condomínios de diversas formas, e isso...

Contador para condomínio: obrigatório ou opcional? Entenda!

Contabilidade é um dos temas da gestão condominial que mais causa dor de...

Taxa de mudança em condomínio: é certo cobrar?

Você já ouviu falar sobre taxa de mudança em condomínio? A medida é...

Como fazer acordo de dívida de condomínio? Veja as principais orientações neste artigo

Você sabe como fazer acordo de dívida de condomínio? Se a resposta for...

Assumindo as rédeas: por onde começar a organizar as finanças do condomínio?

A gestão financeira do condomínio está entre os maiores desafios...

Guia completo para uma conciliação bancária eficiente no seu condomínio: o passo a passo definitivo

Administrar as finanças de um condomínio requer uma abordagem precisa e...

Ex-síndico é condenado por abastacer o seu carro elétrico usando o dinheiro do condomínio

A administração de um condomínio envolve a gestão de recursos, a...

Taxa extra de condomínio: o que é, quem paga e como funciona

A recente polêmica em um condomínio de Belo Horizonte oferece um bom...

Auditoria em condomínio: entenda como fazer e evite fraudes

Todo mundo sabe que condomínios movimentam muito dinheiro. No meio de...

Demonstração de Fluxo de Caixa: qual a importância para a saúde financeira do condomínio?

Quando se pensa em gestão financeira, condomínios muitas vezes não são os...

Previsão orçamentária de condomínio: o que é e como fazer?

Faz parte do trabalho do síndico realizar uma boa previsão orçamentária...

5 dicas simples para o controle financeiro de condomínios

A gestão de um condomínio pode ser comparada a gestão empresarial já que,...

Como calcular a fração ideal de um imóvel de maneira simples

Todos os meses é cobrada uma taxa condominial que serve para bancar...

6 dicas para diminuir os custos do condomínio

É quase unânime o número de pessoas que buscam reduzir gastos. Ainda mais...

Auditoria em condomínios: prevenção contra fraudes

Condomínios lidam com muito dinheiro. Para você ter uma ideia, apenas na...

Previsão orçamentária de condomínio: o que é e como fazer?

Faz parte do trabalho do síndico realizar uma boa previsão orçamentária...

Contribuição sindical em condomínio: entenda como funciona

Contribuição sindical em condomínio residencial é um assunto que ainda...

Inadimplência em condomínio: o guia completo para ajudar você a lidar com o caixa negativo 

Viver em comunidade significa enfrentar alguns desafios. E como síndico,...

Contador para condomínio: obrigatório ou opcional? Entenda!

Contabilidade é um dos temas da gestão condominial que mais causa dor de...

Aprovação de contas em condomínio: como funciona?

Nem toda a aprovação de contas em condomínio precisa ser um bicho de sete...

Condômino que firmou acordo e pagou a primeira parcela é considerado adimplente ou inadimplente?

Em tempos de crise econômica, a inadimplência nos condomínios tem...

Recomendados para Você

0 comentários

Enviar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *