A TownSq foi, e continua sendo, criada por cerca de 8 milhões de pessoas ao redor do mundo. Um marco que celebra os 10 anos de história da empresa.
Para comemorar esse momento tão importante, criamos este artigo especial, onde você encontrará um pouco da nossa história e vídeos especiais. Continue lendo!
Conheça os primeiros anos da TownSq
Em 2013, a TownSq surgia, inicialmente com o nome de SocialCondo, nos fundos de uma garagem em Porto Alegre. O objetivo era simples: suprir a carência de tecnologia no mercado condominial.
Com o passar do tempo, a pequena empresa focou em resolver os dois principais problemas existentes nesse mercado que, mesmo em 2013, ainda dependia de planilha, papel e ligações.
O primeiro problema é a falta de comunicação entre os vizinhos de um mesmo condomínio; E o segundo está relacionado com os problemas da administração condominial, tão burocrática.
Com isso em mente, a TownSq deu os seus primeiros passos para conectar as pessoas aos seus vizinhos e tornar a gestão condominial mais ágil, transparente e econômica.
Startup Brasil
Um dos primeiros incentivos da organização veio do Startup Brasil, um programa bastante concorrido nacionalmente e que tem como objetivo de impulsionar o ecossistema nacional das startups e conectá-las às aceleradoras. Esta foi a primeira oportunidade de crescimento da TownSq.
Startup Chile
Assim como o Startup Brasil, o Startup Chile também é uma iniciativa que tem o objetivo de acelerar as startups e fomentar uma cultura de empreendedorismo no país, a fim de encorajar a mentalidade empreendedora, atrair jovens talentos e estimular o crescimento econômico. Com este novo investimento, a TownSq deu os próximos passos em direção ao seu desenvolvimento.
WOW Aceleradora de Startups
Indo além do investimento financeiro, a WOW é uma aceleradora composta por um grupo seleto de mais de 300 mentores, que também são investidores. Neste caso, a TownSq não apenas foi financeiramente incentivada, mas teve a certeza de que estava no caminho correto e com os melhores mentores ao seu lado para pensar sempre grande.
Os primeiros passos foram dados, agora é hora de pensar grande
Em 2016, era hora de pensar grande e mirar ainda mais alto. Neste momento, a TownSq deu início à sua expansão para os Estados Unidos, pois apesar de ter nascido em Porto Alegre, os objetivos da empresa não estavam limitados somente aquela região.
A decisão veio a partir da compreensão de que o mercado norte-americano, além de ter muitos condomínios, também era um grande potencial econômico.
Essa aposta resultou em uma forte parceria com a Associa, a maior administradora de condomínios do mundo. E, desta forma, a TownSq fundou a sua segunda sede, mas, desta vez, nos Estados Unidos.
Em 2018, a empresa alcançou o impressionante número de 775.000 autorizações de visitantes na portaria realizadas utilizando o aplicativo e realizou integrações com os melhores sistemas de gestão norte-americanos.
Já em 2019, o TownSq chega a 5 milhões de lares, a empresa é apontada como uma das 100 startups para ficar de olho, segundo a revista Pequenas Empresas Grandes Negócios e dá início ao primeiro programa de certificação de síndicos profissionais.
Em 2020, a TownSq inaugura a sua nova sede no Brasil, é certificada como um dos melhores lugares para se trabalhar e lança uma nova solução para auxiliar síndicos e administradoras por meio da inteligência de dados e big data.
Em 2022, a TownSq foi adquirida pela HOAM Ventures, uma empresa que investe, adquire e faz parceria com empresas e produtos que estão revolucionando a PropTech e a tecnologia imobiliária.
Com a aquisição, a TownSq atingiu o marco de 20 mil condomínios e tornou-se o maior aplicativo para condomínios do mundo.
Hoje atuamos como parceiros do síndico e estamos preparados para crescer ainda mais, desta vez, de olho no mercado brasileiro e na América Latina.
Tecnologia sempre foi um dos principais pilares da TownSq, especialmente em um mercado tão carente dela. Vendo esse potencial, a empresa se dedicou em maximizar os impactos e construir as primeiras funcionalidades do aplicativo: reserva de áreas comuns; circulares; e os chamados.
Com o passar do tempo, podemos finalmente dizer que o mercado já consegue compreender a importância da tecnologia na gestão condominial, mas lá em 2013 esta era uma demanda carente neste setor, com exceção de algumas empresas de tecnologia nos Estados Unidos que focavam no mercado transacional, ou seja, na compra, venda e aluguel de imóveis. Dez anos depois, já conseguimos ver mudanças acontecendo no mercado.
Além disso, não existe tecnologia sem pessoas e, portanto, ter uma equipe determinada por trás também foi um fator decisivo para potencializar os impactos positivos nas comunidades e manter sempre o alto padrão de qualidade entre os nossos clientes.
Senso de comunidade
Melhorar a vida em comunidade sempre foi um dos propósitos mais claros da TownSq, durante toda a sua história.
Quando sabemos o que queremos e em qual direção queremos seguir, é muito mais fácil seguir no caminho certo e também encontrar as pessoas que se identificam e desejam buscar este mesmo objetivo.
Aqui na TownSq, o que possibilitou que isso ocorresse foi ter um propósito e valores claros para formar uma base sólida que sustenta a cultura de sucesso da empresa e também é um dos fatores para que grandes feitos tenham sido realizados ao longo dos anos.
Nossos valores dizem muito sobre nós e são o elo que conecta cada um dos colaboradores. Veja quais são:
Pensamos grande. Acreditamos que pensar grande ou pequeno dá o mesmo trabalho. Por isso, sempre pensamos grande;
Somos ousados. Sabemos que realizar coisas incríveis envolve arriscar. Então toleramos riscos inteligentes;
Maximizamos impacto. Focamos em impacto real e nos melhores resultados, ao invés de em processos e aparências;
Fazemos a coisa certa. Fazemos o que é certo, não o que é conveniente. Somos a mudança que queremos ver;
Senso de comunidade. Sempre temos tempo para ajudar uns aos outros. Nunca dizemos “esse problema não é meu”. O “eu” não existe sem o “nós”.
8 milhões de pessoas usam o TownSq
A TownSq está disponível para quase 8 milhões de residentes no mundo em quatro países diferentes, o que reflete em uma solução completa e intuitiva.
Cerca de 25 mil condomínios usam a plataforma, que oferece uma gama gigante de soluções para condomínios, sendo as principais de comunicação, operação do dia a dia dentro dos condomínios, e também a parte de contabilidade, adm backoffice.
Além disso, não podemos esquecer a nossa veia educacional. Além da tecnologia, também nos empenhamos em criar um ecossistema onde os síndicos pudessem aprender e crescer na carreira, por meio de cursos, certificações e eventos. Com esta área, a TownSq conseguiu formar mais de 1.000 síndicos profissionais no Brasil.
Nós temos orgulho do que construímos até agora e isso não seria possível sem o apoio constante dos nossos colaboradores, parceiros e, é claro, nossos clientes.
Por isso, para o futuro, vamos continuar trabalhando para garantir que a gestão condominial seja ainda mais profissional e eficiente, porque nós acreditamos, fielmente, que juntos vivemos melhor.
No final das contas, o objetivo continua sendo desburocratizar a gestão condominial e tornar a administração em condomínio ainda mais eficiente.
Deixe os seus parabéns nos comentários e junte-se a nós nesta comemoração. 💚
Muitos inquilinos já se encontraram em situações desconfortáveis devido a vizinhos barulhentos, mas qual é a responsabilidade do proprietário do imóvel nesses casos?
A questão de quem responde por um inquilino barulhento pode gerar dúvidas e debates acalorados. É fundamental entender as nuances da lei e compreender os direitos e deveres de cada parte envolvida.
Se você é um locatário que está sofrendo com vizinhos barulhentos ou um proprietário preocupado com o impacto que um inquilino ruidoso pode causar, descubra como lidar com essa situação delicada, conheça os direitos e responsabilidades de cada parte e encontre soluções práticas para promover um convívio harmonioso. Continue lendo!
De quem é a responsabilidade por inquilino barulhento?
A responsabilidade por um inquilino barulhento recai principalmente sobre o condômino (proprietário do imóvel), de acordo com a Lei do Inquilinato, que regula as relações entre locadores e locatários.
O inquilino tem a obrigação de utilizar o imóvel de forma adequada, respeitando as normas estabelecidas pelo proprietário e evitando causar transtornos aos vizinhos.
A Lei do Inquilinato estabelece que o inquilino deve utilizar o imóvel de acordo com sua finalidade, mantendo o respeito ao sossego, à segurança e à saúde dos demais moradores do prédio ou do condomínio.
Isso inclui manter o volume de ruído dentro de limites aceitáveis, especialmente durante os períodos de descanso, como à noite, ou de acordo com as regras estabelecidas na convenção do condomínio.
Caso um inquilino esteja causando perturbações excessivas e não respeitando as normas de convivência, o proprietário do imóvel pode tomar medidas para solucionar o problema.
Em primeiro lugar, é recomendável que o proprietário entre em contato com o inquilino para informar sobre as reclamações recebidas e solicitar a adequação do comportamento.
Se as perturbações persistirem, o proprietário pode notificar o inquilino formalmente, por meio de uma notificação extrajudicial, exigindo que ele respeite as regras estabelecidas e cesse as perturbações.
Caso o inquilino não tome as providências necessárias, o proprietário pode buscar a rescisão do contrato de locação com base no descumprimento das obrigações contratuais.
É importante ressaltar que as ações e procedimentos a serem tomados podem variar de acordo com o que foi estabelecido no contrato firmado entre o proprietário do imóvel e o inquilino. De qualquer forma, é sempre válido buscar orientação legal para obter informações precisas e atualizadas sobre a responsabilidade do inquilino barulhento.
O proprietário ou o inquilino pode quebrar contrato de aluguel por barulho?
Para que ocorra a rescisão do contrato de aluguel devido a problemas de barulho, é necessário coletar evidências de má-fé por parte do locador ou a comprovação de que o imóvel não é adequado para moradia devido ao excesso de ruído.
Caso contrário, a rescisão antecipada do contrato pode resultar no pagamento de multas ou outras penalidades.
Em geral, a responsabilidade pela resolução de problemas relacionados a um inquilino barulhento recai sobre o locatário, que tem o dever de utilizar o imóvel de forma adequada e respeitar o sossego dos demais moradores.
Caso haja perturbações excessivas, é recomendável que o locatário seja notificado formalmente para tomar as medidas necessárias a fim de corrigir o problema.
No entanto, em certas situações excepcionais, pode-se argumentar que o imóvel não é adequado para moradia, como no caso de imóveis localizados em áreas de alto tráfego ou próximos a estabelecimentos noturnos.
Nesses casos, é importante reunir evidências sólidas, como registros de reclamações, medições de decibéis ou relatórios técnicos, que comprovem que o ruído ultrapassa os limites aceitáveis e torna o imóvel inadequado para moradia.
O que diz a lei do inquilinato sobre barulho?
A Lei do Inquilinato não trata especificamente do tema do barulho, mas estabelece as regras e direitos gerais relacionados às locações de imóveis.
No entanto, existem dispositivos legais e princípios que podem ser aplicados para tratar de questões de barulho entre locadores, locatários e vizinhos. É importante considerar também a convenção do condomínio e o regimento interno, que podem conter regras mais detalhadas sobre este assunto.
De acordo com a Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245), é dever do locatário utilizar o imóvel de forma adequada, respeitando a finalidade contratada e as normas legais, além de não causar danos ao imóvel ou perturbações ao sossego, saúde ou segurança dos vizinhos.
Em casos de perturbação do sossego causada por barulho excessivo, a lei geralmente permite que os vizinhos afetados tomem algumas medidas, como:
Notificação formal: O vizinho prejudicado pode notificar o locatário por escrito, relatando o problema e solicitando a solução adequada. Essa notificação pode servir como prova documental caso medidas legais sejam necessárias posteriormente;
Regimento interno ou Convenção do condomínio: As normas internas do condomínio geralmente possuem regras relacionadas ao controle de ruídos e à convivência harmoniosa entre os moradores. O descumprimento dessas regras pode acarretar sanções disciplinares, como notificação ou multas;
Mediação ou arbitragem: Se a questão persistir mesmo após a notificação formal, as partes envolvidas podem buscar a mediação ou a arbitragem como uma forma alternativa de solução de conflitos. Esses métodos visam encontrar um acordo amigável entre as partes, evitando um processo judicial;
Ação judicial: Em casos mais graves, em que não é possível resolver o problema de forma amigável, o vizinho prejudicado pode entrar com uma ação judicial contra o locatário, buscando uma indenização por danos morais ou materiais causados pelo barulho excessivo. No entanto, é importante consultar um advogado especializado para avaliar a viabilidade e as chances de sucesso da ação.
É natural se sentir frustrado e preocupado quando recebemos uma notificação do condomínio, especialmente se você acredita que esta é uma notificação indevida.
Nesse momento, é essencial manter a calma e agir de maneira adequada para resolver a situação. Por isso, neste post, vamos discutir algumas medidas importantes a serem tomadas quando você se depara com uma notificação indevida do seu condomínio. Vamos direto ao ponto para ajudá-lo a lidar com essa situação incômoda. Continue lendo!
Quando o síndico pode aplicar uma notificação ou multa?
Viver em um condomínio exige respeito mútuo e o cumprimento das regras estabelecidas para manter a harmonia entre os moradores. Por isso, existem algumas situações em que o síndico poderá aplicar uma notificação ou multa ao condômino que as praticar.
Desrespeito às regras do condomínio
Uma das principais razões pelas quais o síndico pode aplicar uma notificação ou multa é o desrespeito às regras do condomínio.
As normas são estabelecidas para garantir a convivência pacífica e a segurança de todos os moradores, por meio da convenção do condomínio e do regimento interno.
Portanto, quando um condômino descumpre essas regras de forma recorrente, o síndico pode intervir aplicando uma notificação formal ou uma multa, dependendo da gravidade da infração.
Inadimplência
Outro motivo que pode levar à aplicação de notificações ou multas é a inadimplência do condômino em relação às despesas condominiais.
A contribuição mensal é essencial para a manutenção e conservação das áreas comuns, bem como para o pagamento de funcionários e fornecedores.
Quando um morador deixa de pagar regularmente a sua quota, isso pode comprometer a saúde financeira do condomínio.
Nesses casos, o síndico pode notificar o condômino inadimplente e, se necessário, aplicar multas previstas na convenção condominial.
A conservação das áreas comuns é responsabilidade de todos os moradores. Quando um condômino causa danos a essas áreas, seja por negligência ou intencionalmente, o síndico pode aplicar medidas punitivas.
Os danos podem incluir desde vandalismo até a utilização inadequada dos espaços compartilhados.
A notificação ou multa tem o objetivo de conscientizar o infrator sobre as suas ações e incentivar uma convivência mais responsável e respeitosa.
A perturbação do sossego é uma das queixas mais comuns em condomínios. Barulhos excessivos, festas barulhentas ou obras em horários inadequados podem causar desconforto aos demais moradores.
O síndico tem o dever de intervir nesses casos e aplicar notificações ou multas aos responsáveis pela perturbação.
É importante ressaltar que cada condomínio possui suas próprias regras relacionadas a esse tema, geralmente estabelecidas na convenção condominial.
O que fazer se recebi uma notificação indevida no meu condomínio?
Ao receber uma multa de condomínio que se julgue indevida, é fundamental consultar o regimento interno do condomínio antes de tomar qualquer decisão. Verifique se a multa foi aplicada de acordo com as normas estabelecidas. Nem todos os regulamentos internos garantem o direito de defesa, mas geralmente o condomínio oferece essa possibilidade.
Nesse caso, o morador pode entrar em contato com o síndico, pessoalmente ou por meio de uma carta, para solicitar o recurso da multa. O direito de defesa costuma ser exercido em uma reunião de assembleia, na presença dos demais condôminos.
Se não for concedida a oportunidade de defesa, o morador tem o direito de buscar uma solução junto ao Poder Judiciário. Dependendo da situação, a Justiça pode considerar a multa arbitrária e anular a cobrança, como já ocorreu em casos anteriores semelhantes.
Consequências da não quitação da multa de condomínio
Se o condômino se recusar a pagar a multa, o síndico pode tomar medidas legais para a cobrança. Essa ação pode incluir um processo judicial.
Caso o problema não seja resolvido rapidamente, o nome do condômino inadimplente pode ser negativado, o que pode acarretar dificuldades para realizar transações financeiras e, em casos extremos, o imóvel também pode ser levado a leilão como forma de garantir o pagamento da dívida.
A cobrança judicial é uma medida séria e pode gerar desgastes tanto para o condomínio quanto para o condômino. Por isso, é sempre recomendado buscar um diálogo e encontrar uma solução amigável para resolver o impasse. Em muitos casos, é possível negociar o pagamento da multa ou encontrar alternativas para evitar conflitos prolongados.
É importante ressaltar que as consequências da não quitação da multa podem variar de acordo com as leis e regulamentos de cada condomínio, bem como com a legislação local.
Por isso, é essencial conhecer os direitos e deveres como condômino e buscar informações específicas sobre o assunto junto ao síndico ou até mesmo com um profissional especializado em direito condominial.
Em qualquer situação, é fundamental conhecer seus direitos e deveres como condômino, além de buscar informações atualizadas sobre a legislação vigente e os regulamentos internos do condomínio. Dessa forma, é possível garantir uma convivência harmoniosa e solucionar eventuais divergências de maneira justa e equilibrada.
A manutenção e o cuidado com a limpeza de um condomínio são essenciais para garantir o bem-estar e a qualidade de vida de seus moradores.
Entre as diversas tarefas que compõem a rotina de zeladores e síndicos, a dedetização surge como uma preocupação recorrente. Afinal, o combate a insetos e pragas é fundamental para evitar danos à estrutura do prédio e a saúde dos condôminos.
No entanto, surge uma dúvida comum: quem é o responsável pelo pagamento desse serviço?
Neste post, vamos explorar essa questão e esclarecer os direitos e deveres de proprietários e administração condominial quando se trata de dedetização. Continue lendo!
Quem paga pela dedetização em condomínio?
A responsabilidade pelo pagamento da dedetização em condomínios pode variar de acordo com as normas estabelecidas na convenção condominial e no regimento interno. Geralmente, a conta é dividida entre os condôminos, uma vez que a dedetização é considerada uma despesa ordinária.
No entanto, é importante ressaltar que cada condomínio pode ter suas próprias regras e procedimentos específicos. Alguns condomínios podem optar por incluir a dedetização como uma despesa fixa mensal nas taxas condominiais, enquanto outros podem solicitar um rateio extra para cobrir os custos do serviço.
Veja a seguir quais são as responsabilidades do condômino, inquilino ou condomínio quando se trata do pagamento de uma dedetização.
Quando o condomínio paga pela dedetização?
O condomínio é responsável pela dedetização especialmente quando se trata de áreas comuns, como jardins, salão de festas, áreas de lazer, churrasqueiras, corredores, entre outras.
Essas áreas são de responsabilidade do condomínio, e, portanto, se houver uma infestação de insetos, é dever da administração contratar uma empresa de dedetização para realizar o serviço.
Os custos desse tipo de dedetização geralmente são cobertos pelo condomínio como parte das despesas ordinárias.
Quando o condômino paga pela dedetização?
Se o imóvel estiver alugado, as responsabilidades do condômino estão diretamente relacionadas aos problemas existentes antes do aluguel. Isso significa que ele será responsável por arcar com os custos de situações que não foram regularizadas antes do inquilino.
Se o condômino vive no imóvel, a responsabilidade pelos custos da dedetização também recai sobre o próprio morador. Em ambos os casos, o condômino é responsável por contratar uma empresa de dedetização e arcar com os custos do serviço. Afinal, a infestação ocorre dentro da sua unidade habitacional e, portanto, é de sua responsabilidade tomar as medidas necessárias para solucionar o problema.
Cabe ressaltar que é importante consultar a convenção condominial e o regimento interno do condomínio para verificar se há alguma disposição específica em relação a dedetização de unidades individuais.
Algumas convenções condominiais podem estabelecer que a responsabilidade seja compartilhada entre o condômino e o condomínio, dependendo das circunstâncias.
No entanto, em geral, quando a infestação ocorre dentro da unidade do condômino, é esperado que ele tome a iniciativa de contratar o serviço de dedetização e arque com os custos correspondentes.
Essa medida é fundamental para garantir a segurança e o bem-estar de todos os moradores do condomínio, evitando a propagação de insetos e pragas para outras unidades.
Quando o inquilino paga pela dedetização?
Quando um inquilino aluga um imóvel, é sua responsabilidade analisar cuidadosamente todas as informações fornecidas pela imobiliária e pelo proprietário sobre o imóvel. Caso algum problema ou reparo não tenha sido mencionado durante a vistoria, é possível negociar com o proprietário para resolver a situação, como pequenos consertos ou reparos que não foram identificados.
Normalmente, há um prazo para que o inquilino possa avaliar minuciosamente a residência e entrar em contato com o proprietário caso identifique algo que precise ser reparado.
No entanto, qualquer reparo necessário, incluindo dedetização, que surja durante o período de locação e não esteja relacionado a problemas anteriores à locação, é de responsabilidade do inquilino.
É importante lembrar que cada caso é único, e pode ser válido entrar em contato com o proprietário ou com a administração do condomínio para discutir possíveis alternativas. No entanto, em geral, é responsabilidade do inquilino arcar com os custos de reparos e dedetizações que surgem durante o período de locação.
A gestão eficiente de um condomínio é fundamental para garantir a harmonia, segurança e a valorização do patrimônio. Porém, nem sempre os moradores têm o tempo, conhecimento ou interesse necessários para assumir a função de síndico, por isso a contratação de um síndico profissional se torna uma opção valiosa.
Se você está considerando a contratação de um síndico profissional para o seu condomínio, continue lendo e veja as etapas essenciais para tomar essa decisão.
O que é um síndico profissional?
O síndico profissional é um gestor especializado contratado para administrar um ou mais condomínios. A principal diferença entre um síndico morador e um síndico profissional é que este último recebe treinamento específico para desempenhar essa função e possui todo o conhecimento necessário para lidar com questões jurídicas, financeiras, técnicas e de gestão de pessoas, entre outras.
O síndico profissional compartilha das mesmas responsabilidades e funções que qualquer síndico, atuando como representante legal do condomínio. Ele busca tomar decisões com base na vontade da maioria e de acordo com a legislação vigente, porém não está sujeito às regras que foram estabelecidas para os demais condôminos. Além disso, o síndico profissional tem autonomia para aplicar medidas apropriadas visando manter a ordem no local.
Para escolher um síndico profissional, é necessário convocar uma assembleia de condomínio e realizar uma eleição, mesmo que o profissional seja contratado externamente. Essa eleição deve seguir os procedimentos estabelecidos.
Por que contratar um síndico profissional para o seu condomínio?
O síndico profissional soluciona um problema que afeta inúmeros condomínios em todo o Brasil: moradores que não possuem tempo, conhecimento ou interesse em desempenhar o papel de síndico.
Quando um condomínio não conta com moradores motivados e/ou qualificados para atuarem na gestão condominial, é mais vantajoso confiar a responsabilidade a alguém treinado e de confiança.
Nesses casos, a contratação de um gestor se torna uma opção viável para o condomínio. Por não possuir vínculo de residência ou propriedade no local, o síndico profissional tende a adotar uma abordagem mais objetiva ao tomar decisões.
Além disso, também é mais conveniente para os condôminos esclarecer dúvidas, fazer cobranças ou expressar críticas, sem o receio de criar um clima negativo no dia a dia do condomínio.
O síndico é responsável por gerenciar as finanças do condomínio, incluindo a elaboração do orçamento anual, arrecadação e prestação de contas das despesas, pagamento de fornecedores e funcionários, além de garantir a aplicação correta dos recursos financeiros.
Manutenção e conservação
O síndico deve supervisionar a manutenção regular das áreas comuns, como elevadores, sistemas de segurança, piscinas, jardins e outros espaços compartilhados. Ele também deve coordenar reparos e contratar serviços especializados quando necessário.
Gestão de pessoas
Caso haja funcionários no condomínio, como porteiros, zeladores ou auxiliares de limpeza, o síndico é responsável por gerir a equipe, estabelecendo escalas de trabalho, supervisionando as atividades e, se necessário, realizar contratações e demissões.
Cumprimento das normas e regulamentos
É papel do síndico assegurar que as regras estabelecidas pelo condomínio, por meio da convenção e do regimento interno, sejam seguidas por todos os condôminos, promovendo a harmonia entre os moradores. Ele também deve lidar com eventuais conflitos e tomar medidas disciplinares quando necessário.
Representação legal
O síndico atua como representante legal do condomínio em questões administrativas e jurídicas. Ele pode assinar contratos, participar de audiências e representar o condomínio perante órgãos públicos, empresas e terceiros.
Convocação e condução de assembleias
O síndico é responsável por convocar as assembleias de condomínio, onde os moradores discutem e decidem sobre assuntos relevantes para a comunidade. Ele também deve conduzir as reuniões de forma transparente e registrar as deliberações em uma ata de reunião.
Comunicação e prestação de informações
O síndico deve manter uma boa comunicação com os condôminos, fornecendo informações relevantes sobre as atividades do condomínio, comunicados, notificações e respostas a questionamentos.
Quando contratar um síndico profissional?
A contratação de um síndico profissional pode ser considerada em diversas situações, tais como:
Falta de moradores qualificados
Quando não há moradores disponíveis ou interessados em assumir o cargo de síndico, contratar um profissional especializado é uma opção viável para garantir uma gestão eficiente.
Condomínios de grande porte
Em condomínios de luxo ou com um grande número de unidades e complexidade administrativa, um síndico profissional pode lidar melhor com as demandas e desafios específicos desse tipo de empreendimento.
Necessidade de conhecimentos técnicos especializados
Em casos em que o condomínio requer conhecimentos específicos, como questões jurídicas complexas, grandes obras de manutenção ou implementação de sistemas avançados de segurança, um síndico profissional com habilidades e experiências nessas áreas pode ser a escolha adequada.
Profissionalização da gestão
Algumas comunidades desejam elevar o nível de profissionalismo na administração do condomínio, adotando práticas mais eficientes, transparentes e de qualidade. Contratar um síndico profissional também pode contribuir para essa profissionalização.
É importante considerar as necessidades específicas do condomínio, seu tamanho, complexidade, desafios atuais e objetivos futuros ao decidir pela contratação de um síndico profissional. Também é recomendado analisar a reputação, referências e competências do profissional ou da empresa contratada para garantir uma escolha adequada e alinhada com as demandas da comunidade condominial.
Como contratar um síndico profissional?
Para contratar um síndico profissional, você pode seguir as etapas a seguir:
Identifique as necessidades do condomínio
Avalie as necessidades específicas do seu condomínio, considerando o tamanho, complexidade, problemas recorrentes e áreas em que você busca expertise. Isso ajudará a determinar o perfil adequado para o síndico profissional.
Pesquise empresas ou profissionais especializados
Realize uma pesquisa detalhada para identificar empresas ou profissionais especializados em gestão condominial. Procure referências, avalie experiências anteriores, verifique a sua reputação e leia avaliações de outros condomínios atendidos por eles.
Solicite propostas
Entre em contato com as empresas ou profissionais selecionados e solicite propostas de prestação de serviços. Certifique-se de que as propostas incluam detalhes sobre suas habilidades, experiências, serviços oferecidos e valores cobrados. Lembre-se de que algumas convenções exigem, no mínimo, três orçamentos diferentes e a aprovação em assembleia. Certifique-se de que está seguindo as exigências internas do condomínio antes de tomar qualquer decisão.
Verifique referências
Peça referências de outros condomínios atendidos pelos candidatos e entre em contato com esses condomínios para obter feedback sobre a qualidade do serviço prestado.
Analise as propostas
Avalie cuidadosamente as propostas recebidas e as informações coletadas nas entrevistas. Considere a compatibilidade entre as necessidades do seu condomínio e as competências dos candidatos.
Faça uma escolha
Com base em todas as informações coletadas, selecione o síndico profissional que melhor atenda às necessidades do seu condomínio. Certifique-se de assinar um contrato detalhado que estabeleça claramente as responsabilidades, prazos, remuneração e outras condições acordadas. E, é claro, lembre-se que a escolha depende de uma votação em reunião de assembleia.
Escolha os síndicos profissionais certificados pela maior empresa de gestão condominial do mundo
Quando se trata de contratar um síndico profissional, é essencial encontrar alguém com a qualificação adequada e experiência comprovada. Uma maneira confiável de garantir isso é optar por síndicos profissionais certificados pela maior empresa de gestão condominial do mundo: a TownSq.
Ao escolher síndicos profissionais certificados por uma empresa de renome global, presente em 4 países e em mais de 20 mil condomínios, você está se beneficiando da expertise e padrões de excelência estabelecidos por essa organização. Esses profissionais passaram por um rigoroso processo de certificação, demonstrando competência em áreas como administração financeira, gestão de pessoas, resolução de conflitos e conhecimento jurídico relacionado à gestão condominial.