Atenção: esta funcionalidade será disponibilizada em breve no sistema TownSq. Continue a leitura para entender como ela funcionará e de que forma poderá otimizar a sua gestão assim que for lançada.
Além de usar o próprio rosto para entrar, você também pode autorizar visitantes a acessarem o condomínio por meio do reconhecimento facial. Isso permite maior autonomia e reduz o tempo das equipes de portaria.
Neste artigo, explicamos:
Como tirar uma boa foto do visitante
O que muda em relação à foto do morador
Como funciona o processamento assíncrono
Quando você deve gerar a autorização
As regras de captura são as mesmas
Para que a biometria funcione corretamente, as orientações são praticamente iguais às da foto do morador:
O visitante deve estar:
Em um ambiente iluminado
Sem óculos, boné ou acessórios
Com o rosto centralizado
Sem filtros
Com expressão neutra
Em fundo limpo e uniforme
Você pode ajudar ajustando a altura do celular e garantindo uma boa nitidez.
Por que você deve criar a autorização com antecedência
Diferente da validação imediata, o sistema usado pela TownSq não aprova a foto instantaneamente.
Isso significa que você pode fazer a autorização e enviar a foto agora, mas a biometria pode levar alguns instantes para ser processada. Em alguns casos, podem ser necessários alguns minutos ou horas para que tudo esteja disponível
Recomendação importante: crie a autorização com antecedência, especialmente quando for uma visita agendada. Assim, garantimos que o visitante terá a face processada a tempo.
Boas práticas ao cadastrar visitantes
Explique ao visitante como a foto será usada
Peça que a foto seja tirada em um ambiente bem iluminado e com boa qualidade, mesmo quando enviada por aplicativos de mensagem
Oriente o visitante a evitar filtros e acessórios, garantindo que o rosto esteja bem visível
Teste o acesso quando possível
Verifique a previsão de chegada para garantir que haverá tempo de processamento
Ao cadastrar a foto do visitante com cuidado e criar a autorização com antecedência, você ajuda a garantir um acesso rápido e sem atritos no condomínio. Esses pequenos cuidados têm impacto direto na precisão do reconhecimento facial e na experiência tanto do visitante quanto dos responsáveis pela portaria.
Atenção: esta funcionalidade será disponibilizada em breve no sistema TownSq. Continue a leitura para entender como ela funcionará e de que forma poderá otimizar a sua gestão assim que for lançada.
O reconhecimento facial já faz parte da rotina de muitos condomínios e é uma das soluções mais eficientes para garantir segurança e agilidade no controle de acesso. Para que essa tecnologia funcione corretamente, um ponto é essencial: o cadastro correto da foto.
O reconhecimento facial na TownSq permite acesso rápido e seguro às áreas comuns do condomínio. Mas para que o sistema funcione corretamente, é importante que os moradores sigam as diretrizes recomendadas no aplicativo ao enviar sua foto, e que em caso de dificuldades para realizar o cadastro, possam contar com o apoio da gestão do condomínio.
Neste artigo, reunimos as principais boas práticas para tirar e cadastrar a sua foto no aplicativo, evitando falhas de identificação e garantindo uma experiência mais fluida no dia a dia do condomínio.
Por que a foto importa?
A precisão do reconhecimento facial depende da captura inicial. Se a foto estiver escura, desfocada ou com acessórios, o sistema terá dificuldade em identificar a pessoa – e isso pode impedir a abertura da porta.
Como tirar sua foto corretamente
Iluminação
Tire a foto em um ambiente claro, preferencialmente com luz natural.
Evite locais escuros ou com sombras no rosto.
Não fique contra a luz (janelas ou portas iluminadas atrás).
Acessórios
Sem óculos (de grau ou sol)
Sem chapéu, boné ou gorro
Sem máscaras, fones ou acessórios grandes
Enquadramento
Mantenha o rosto centralizado na imagem.
Mostre toda a face, do topo da cabeça ao queixo.
Olhe diretamente para a câmera.
Qualidade da imagem
Evite filtros, efeitos de beleza ou modo retrato exagerado.
Verifique se a foto está nítida e não tremida.
Não utilize fotos de documentos ou fotos de fotos.
Expressão
Mantenha uma expressão neutra
Evite sorrisos muito abertos ou expressões exageradas
Pequenos ajustes que fazem diferença
Antes de enviar a foto, lembre-se de segurar o celular na altura do rosto e limpar a lente para evitar borrões. Tire a foto sozinho(a), sem outras pessoas no enquadramento, e escolha um fundo claro e uniforme para facilitar o reconhecimento.
Esses cuidados simples aumentam significativamente a qualidade da imagem e reduzem a chance de falhas na identificação.
Atenção: esta funcionalidade será disponibilizada em breve no sistema TownSq. Continue a leitura para entender como ela funcionará e de que forma poderá otimizar a sua gestão assim que for lançada.
A integração entre câmeras de segurança e sistemas de gestão condominial é um passo fundamental para tornar a portaria mais eficiente, segura e centralizada. Com as evoluções recentes da TownSq na área de portaria, agora é possível visualizar imagens das câmeras diretamente no sistema, desde que a configuração seja feita corretamente.
Neste guia, você vai entender o que é o RTSP, por que ele é essencial para essa integração e como encontrar e configurar o código da sua câmera, DVR ou NVR. Também reunimos boas práticas de qualidade de imagem, posicionamento e iluminação, para garantir melhor desempenho e estabilidade no uso das câmeras dentro do TownSq.
Passo a passo
Para que a TownSq consiga acessar e exibir as imagens das câmeras instaladas no condomínio, é necessário que o usuário (geralmente um administrador ou equipe de segurança) forneça o link RTSP da câmera ou DVR/NVR.
Esse link funciona como uma “ponte” que permite que o sistema leia o fluxo de vídeo em tempo real. Neste artigo, explicamos:
O que é o RTSP
Onde encontrar o código
Como ajustar configurações recomendadas para melhor desempenho
Boas práticas de instalação e luminosidade
Dicas essenciais para reconhecimento facial
O que é RTSP?
RTSP (Real Time Streaming Protocol) é um protocolo que permite transmitir vídeo ao vivo pela internet ou pela rede interna do condomínio. Ele é utilizado para que dispositivos de gravação (como DVRs e NVRs) e câmeras IP disponibilizem o fluxo de vídeo de maneira acessível para outras plataformas, como a TownSq.
Para contextualizar:
DVR (Digital Video Recorder) é o gravador utilizado em sistemas com câmeras analógicas (aquelas que usam cabo coaxial).
NVR (Network Video Recorder) é o gravador de rede utilizado em sistemas com câmeras IP, que funcionam via conexão de internet ou rede local.
Na prática, a configuração do RTSP costuma ser feita por equipes técnicas, como empresas de segurança terceirizadas, manutenção do condomínio ou o próprio instalador das câmeras.
Onde encontrar o código ou link RTSP
O código RTSP geralmente pode ser encontrado em:
Interface do seu DVR/NVR (menu de configurações de rede ou streaming)
Guia técnico da marca da câmera
Aplicativo do fabricante da câmera
Menu de configurações avançadas da câmera IP
Painel web da câmera
Dica: Em muitos dispositivos, o RTSP aparece como um endereço começando com:rtsp://ip-da-camera:porta/caminho.
Se você não encontrar, consulte:
a empresa que instalou as câmeras,
ou o suporte do fabricante.
Configurações recomendadas de qualidade do vídeo
A experiência dos usuários – especialmente no mobile (aplicativo no seu celular), onde o consumo de dados é maior – depende diretamente da resolução e da taxa de transmissão configuradas na câmera.
Para a maioria dos usuários, recomendamos:
Resolução menor para o stream secundário (por exemplo: 480p)
Taxa de bits entre 512 Kbps e 1.5 Mbps
FPS entre 15 e 20, suficiente para visualização fluida
H.264 como codec padrão
Se preferir uma orientação menos técnica, solicite à empresa de segurança ou ao técnico responsável que gere uma URL de transmissão em menor resolução para ser cadastrada na TownSq. Isso ajuda a facilitar o acesso às imagens, especialmente para usuários que utilizam o aplicativo no celular.
Em caso de dúvidas, o suporte técnico do instalador pode auxiliar na melhor configuração para o seu cenário.
Como posicionar sua câmera para máxima eficiência
Para garantir boa visualização e para apoiar recursos de controle de acesso (como reconhecimento facial), considere:
Iluminação
A câmera deve estar instalada em áreas com boa luz, especialmente próxima aos pontos de entrada.
Evite colocar a câmera contra a luz (ex.: frente para o sol ou para portas muito iluminadas).
Em locais internos, prefira lâmpadas com iluminação uniforme, sem sombras fortes.
Ângulo
Priorize ângulos que capturem o rosto das pessoas, não apenas o topo ou a lateral.
Ajuste a altura para algo entre 1,60m e 1,80m, permitindo uma visão mais frontal.
Evite obstáculos como plantas, portas de vidro refletivas ou grades.
Seguindo essas orientações, você garante uma integração mais estável e uma melhor qualidade de imagem no TownSq. Uma boa configuração do RTSP, aliada ao posicionamento adequado da câmera, melhora a visualização e apoia funcionalidades importantes de controle de acesso.
Caso tenha dúvidas específicas sobre seu equipamento, recomendamos consultar o instalador responsável ou o suporte técnico do fabricante.
Você acabou de ser eleito síndico e já está sentindo o peso da responsabilidade? Se alguém te disse que ser síndico é fácil, provavelmente nunca esteve nessa posição.
A sindicatura envolve decisões financeiras, jurídicas, operacionais e, principalmente, humanas. Assumir o cargo sem conhecer essas responsabilidades pode gerar conflitos, prejuízos ao condomínio e até consequências legais para o próprio síndico.
Pensando nisso, reunimos neste artigo 7 orientações essenciais para quem acabou de assumir a gestão e quer começar com mais organização, segurança e tranquilidade.
1. Faça uma transição completa com o síndico anterior
Um dos erros mais comuns de síndicos iniciantes é assumir o condomínio sem conhecer o histórico da gestão anterior. Isso pode levar a decisões equivocadas e problemas que poderiam ser evitados.
Além disso, formalize a transição em ata, registrando todas as informações recebidas e eventuais pendências. Esse documento é fundamental para garantir transparência e proteção jurídica.
Sempre que possível, mantenha um canal aberto com o síndico anterior para consultas pontuais. Essa troca pode evitar muitos problemas no início da gestão.
Começar a gestão sem entender a real situação financeira do condomínio é um grande risco. Assumir compromissos sem um diagnóstico claro pode comprometer todo o orçamento.
O ideal é realizar uma auditoria financeira inicial, analisando:
Aproveite esse momento para revisar contratos com fornecedores. Avalie valores, prazos, qualidade dos serviços e possibilidade de renegociação. Caso identifique déficit financeiro, crie desde já um plano de contenção de despesas e reequilíbrio do caixa.
3. Conheça a convenção e o regimento interno
A convenção e o regimento interno são a base legal do condomínio. Tomar decisões sem conhecer esses documentos pode gerar conflitos com moradores e até anulação de atos em assembleia.
Por isso:
Faça uma leitura detalhada dos documentos;
Consulte um advogado para esclarecer pontos duvidosos;
Identifique normas desatualizadas ou conflitantes com a legislação atual;
Planeje possíveis atualizações para o futuro.
Conhecer bem essas regras traz mais segurança para o síndico e mais previsibilidade para os condôminos.
4. Apresente-se oficialmente aos moradores e funcionários
O primeiro contato com a comunidade é estratégico. É o momento de alinhar expectativas, demonstrar profissionalismo e criar uma relação de confiança.
Essa apresentação pode acontecer por meio de:
Um comunicado oficial;
Uma reunião de boas-vindas;
Uma assembleia ou encontro com funcionários.
Aproveite para ouvir demandas, sugestões e reclamações, mas mantenha sempre uma postura imparcial e profissional. Evite envolvimento pessoal em conflitos e deixe claro que as decisões serão sempre baseadas em regras e no interesse coletivo.
5. Dê atenção imediata às manutenções preventivas
Manutenções negligenciadas costumam se transformar em grandes dores de cabeça para o síndico. Logo no início da gestão, é essencial identificar riscos estruturais e operacionais.
Solicite uma vistoria técnica completa e, com base no laudo, organize um calendário de manutenções preventivas. Lembre-se: agir preventivamente é sempre mais barato, seguro e eficiente do que lidar com emergências.
6. Defina canais oficiais de comunicação
A falta de organização na comunicação é uma das principais fontes de conflitos em condomínios. Um síndico inacessível ou que responde de forma desorganizada gera desconfiança e desgaste.
Desde o início da gestão, defina:
Quais serão os canais oficiais (e-mail, aplicativo, WhatsApp, portal do condomínio);
Horários de atendimento;
Padrões de resposta;
Formato dos comunicados.
Criar o hábito de enviar boletins periódicos ajuda a manter os moradores informados e reduz ruídos. Uma comunicação clara, transparente e profissional fortalece a gestão e melhora o relacionamento com a comunidade.
7. Mapeie os inadimplentes logo no início
A inadimplência é um problema que pode crescer rapidamente se não for tratado desde o começo. Ignorar esse ponto pode comprometer o caixa e inviabilizar investimentos e manutenções.
Analise:
Histórico da inadimplência;
Perfis de risco;
Valores em aberto;
Tentativas anteriores de cobrança.
Com essas informações, crie uma régua de cobrança, com ações de negociação, prazos e, quando necessário, medidas jurídicas — sempre respeitando a legislação vigente.
Agir cedo é fundamental para evitar que a inadimplência vire uma “bola de neve”.
Comece sua gestão com mais confiança
Assumir a sindicatura é desafiador, mas com organização, conhecimento e as ferramentas certas, é possível conduzir uma gestão segura, eficiente e respeitada.
Se você quer se aprofundar ainda mais, profissionalizar sua atuação e ganhar segurança para tomar decisões, investir em capacitação faz toda a diferença.
A Certificação Premium TownSq oferece conteúdos práticos e atualizados sobre gestão financeira, manutenção predial, legislação, comunicação, mediação de conflitos e uso de tecnologia na gestão condominial.
Com ela, você se prepara para os desafios do dia a dia e se posiciona como um síndico mais confiante, estratégico e profissional.
Inscreva-se no formulário abaixo e agende uma conversa com o nosso time
As câmeras de segurança revelaram que a gata, chamada de Fedora, foi levada para fora do prédio e “expulsa”, gerando indignação entre os moradores e reforçando a importância de tratar situações envolvendo animais de forma ética e responsável.
Esse é um de inúmeros conflitos que acontecem diariamente com gatos no condomínio e moradores.
A convivência em espaços compartilhados pede diálogo e medidas que conciliem os direitos dos tutores de animais com o bem-estar coletivo. Neste artigo, tratamos de orientações práticas e soluções legais para evitar conflitos e proteger os pets nos condomínios. Continue lendo e descubra como agir diante de situações como esta!
O que diz a lei sobre animais em condomínio?
No Brasil, a legislação não possui uma norma específica que regule a presença de animais em condomínios.
Contudo, decisões judiciais têm estabelecido precedentes importantes. Em 2019, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que condomínios não podem proibir, de forma genérica, a criação e guarda de animais nas unidades autônomas, desde que não representem risco à segurança, higiene, saúde ou sossego dos demais moradores.
Essa decisão baseia-se no direito de propriedade assegurado pela Constituição Federal, que permite ao proprietário usar sua unidade conforme suas conveniências, respeitando as normas de boa vizinhança.
Isso significa a presença de animais de estimação nos apartamentos é permitida, desde que não causem incômodos ou perigos aos outros condôminos.
É importante ressaltar que, embora as convenções de condomínio possam estabelecer regras sobre a presença de animais, elas não podem contrariar direitos constitucionais.
Portanto, proibições absolutas são consideradas ilegais, sendo necessário avaliar cada caso individualmente, levando em conta o comportamento do animal e seu impacto na coletividade.
O que é comum constar na convenção sobre animais em condomínio?
As convenções de condomínio geralmente incluem cláusulas que regulamentam a presença de animais nas unidades e áreas comuns.
Normalmente, pode-se encontrar restrições quanto ao porte, número de animais por unidade e exigências relacionadas à higiene e segurança.
Por exemplo, podem ser estabelecidas regras que proíbam a circulação de animais sem coleira nas áreas comuns ou que exijam o uso de focinheira para determinadas raças.
Além disso, algumas convenções determinam que os animais não podem causar ruídos excessivos ou perturbar o sossego dos moradores.
Também podem ser previstas obrigações para os tutores, como a responsabilidade por danos causados pelo pet às áreas comuns ou a terceiros, e a necessidade de apresentar comprovantes de vacinação em dia.
Vale lembrar que, mesmo que as convenções possam estabelecer essas regras, elas não podem proibir a presença de animais de forma absoluta, conforme entendimento do STJ. As restrições devem ser razoáveis e justificadas, visando garantir a convivência harmoniosa entre todos os condôminos.
Quais regras o tutor precisa seguir no condomínio?
Os tutores de animais em condomínios devem observar as regras estabelecidas na convenção e no regimento interno para assegurar uma convivência pacífica. Entre as obrigações comuns estão:
Uso de coleira e guia: Ao transitar com o animal nas áreas comuns, normalmente é obrigatório o uso de coleira e guia para garantir a segurança de todos.
Higiene: Os tutores devem recolher dejetos de seus animais imediatamente, mantendo a limpeza das áreas comuns.
Controle de ruídos: É responsabilidade do tutor assegurar que seu animal não cause barulhos excessivos que perturbem o sossego dos demais moradores.
Vacinação e saúde: Manter as vacinas e a saúde do animal em dia é fundamental, podendo ser solicitado pelo condomínio a apresentação de comprovantes.
Cumprir essas regras demonstra respeito aos vizinhos e contribui para um ambiente harmonioso.
Por outro lado, o descumprimento pode resultar em advertências e multas, conforme previsto na convenção do condomínio.
Pode deixar gato solto no condomínio?
Permitir que gatos circulem livremente pelas áreas comuns do condomínio pode desencadear conflitos e preocupações.
Embora os felinos sejam animais independentes, a falta de supervisão pode causar desconforto a outros moradores, além de riscos à segurança e higiene.
A maioria dos condomínios possui regras que proíbem a circulação de animais desacompanhados nas áreas comuns. Dessa forma, os tutores precisam manter seus gatos dentro de suas unidades ou os acompanhem quando em áreas compartilhadas, sempre utilizando os meios adequados para transporte, como caixas ou coleiras.
Além de respeitar as normas do condomínio, os tutores protegerão os animais de possíveis acidentes ou situações de estresse e evitando eventuais consequências por danos ou incômodos causados pelo pet aos moradores, funcionários ou visitantes.
Proibição de animais nas áreas comuns do condomínio
Embora a presença de pets nas unidades autônomas seja permitida, muitos condomínios estabelecem restrições quanto ao acesso às áreas compartilhadas, como halls, corredores, salões de festa e playgrounds.
Essas restrições visam garantir a segurança, higiene e conforto de todos os moradores, especialmente daqueles que podem ter alergias ou medo de animais. No entanto, é importante que tais regras sejam razoáveis e não impeçam o direito de ir e vir dos tutores com seus animais, por exemplo, ao proibir totalmente o uso de elevadores ou escadas para o transporte dos pets.
O equilíbrio entre o direito dos tutores e o bem-estar coletivo deve ser buscado, permitindo a circulação dos animais de forma controlada e segura, conforme as normas estabelecidas pelo condomínio.
O que fazer com gatos soltos no condomínio?
O primeiro passo é identificar se o gato pertence a algum morador ou é um animal em situação de rua. Caso o tutor seja conhecido, é essencial informar o síndico ou a administração para que o tutor seja orientado sobre as regras do local.
Se o animal não tiver tutor, o condomínio pode buscar soluções humanitárias, como acionar ONGs de proteção animal ou serviços públicos responsáveis para a captura e encaminhamento do gato para adoção.
Instalar pontos de alimentação controlados em áreas específicas pode ser uma alternativa temporária até que a situação seja resolvida.
Pode alimentar gatos de rua em condomínio?
Apesar de ser uma ação boa, uma demonstração de cuidado e preocupação com outros animais, é importante que ela seja feita de forma controlada para evitar problemas, como sujeira ou proliferação de doenças.
Num cenário ideal, o condomínio deve definir um espaço adequado para a alimentação, longe de áreas de grande circulação. Além disso, os responsáveis por alimentar os gatos devem se comprometer a manter o local limpo e higienizado, minimizando transtornos.
Em alguns casos, os condomínios podem organizar campanhas para castração e adoção dos animais, envolvendo ONGs ou clínicas veterinárias. Isso ajuda a reduzir a população de gatos de rua e promove soluções sustentáveis para o bem-estar dos animais.
A convivência com animais em condomínios pode envolver alguns conflitos e dificuldades, mas é possível equilibrar o direito dos tutores com a harmonia da coletividade. Conhecer as regras é essencial para evitar conflitos e garantir o respeito mútuo.
Com diálogo, bom senso e organização, condomínios podem criar um ambiente acolhedor para moradores e seus pets, ao mesmo tempo em que colaboram para uma convivência pacífica.