Ser síndico é um cargo de grande responsabilidade, exigindo constante atenção à segurança e bem-estar dos moradores. Entre as diversas tarefas, a gestão de manutenções prediais se destaca como crucial para a preservação do patrimônio e a prevenção de acidentes. Assim, a manutenção corretiva assume um papel fundamental como escudo contra imprevistos e desastres no condomínio.
Neste artigo, você vai aprender o conceito de manutenção corretiva, quais as vantagens e desvantagens da realização e como realizá-la de maneira eficiente. Acompanhe a leitura!
O que é manutenção corretiva e qual a sua importância?
Como o próprio nome diz, a manutenção corretiva atua para corrigir falhas e defeitos que surgiram nas instalações do condomínio. A principal característica desse tipo de manutenção é o fato de ser imediata e emergencial, exigindo medidas rápidas para solucionar problemas que colocam em risco a segurança dos moradores ou a infraestrutura do edifício.
A importância de se realizar esse tipo de manutenção se dá em razão de corrigir falhas e problemas que ainda estão no início para evitar danos maiores, ou quando coloca a vida e/ou a segurança dos condôminos em risco.
Vamos para um exemplo prático: se acontecer de um veículo colidir com o muro de um condomínio, os danos materiais serão grandes, deixando o condomínio vulnerável para pessoas desconhecidas e sem autorização entrarem, o que coloca a segurança dos moradores em risco.
Nesse caso, a manutenção corretiva do muro será mais do que necessária para garantir a integridade do empreendimento.
Quais os tipos de manutenção corretiva que existem?
A manutenção corretiva pode ser planejada e não planejada.
A manutenção corretiva planejada, também conhecida como manutenção corretiva previsível, é similar à manutenção preventiva, sendo que uma complementa a outra.
Nessa situação, a manutenção é feita depois que ocorre o problema, que foi identificado em uma inspeção programada. Caso seja concluído que o problema não atrapalha o funcionamento do condomínio, o conserto é agendado para outro momento.
Esse tipo de manutenção é feito também quando percebe-se que um equipamento não está necessariamente com falha no funcionamento, mas está com desgastes ou desempenho abaixo do esperado como, por exemplo, o motor do portão. A manutenção é necessária para garantir o pleno funcionamento do equipamento e, também, evitar gastos desnecessários.
O responsável pela gestão de manutenção pode, dependendo da situação, decidir por manter o equipamento em funcionamento até que este pare de funcionar de vez para que seja substituído. Mas uma decisão como essa deve ser tomada com cautela, para não colocar em risco a segurança e bem-estar dos moradores.
Já a manutenção corretiva não planejada ou não previsível, acontece quando o problema foi inesperado. Geralmente, os custos são mais altos que as outras categorias de manutenção, justamente pela urgência em resolver a questão envolvida.
Qual a diferença entre manutenção preventiva e corretiva?
A manutenção preventiva tem por objetivo antecipar problemas por meio de inspeções e reparos periódicos. Sabe aquela velha máxima: “prevenir é melhor do que remediar”? É aqui que se aplica a manutenção preventiva.
Já a manutenção corretiva, como dito anteriormente, vai consertar algum equipamento ou estrutura que está com problemas, a fim de evitar danos maiores.
Quais as situações em que a manutenção corretiva pode ser aplicada?
As manutenções corretivas podem ser aplicadas em diversas situações, como:
Vazamentos hidráulicos: Rupturas em tubulações, infiltrações nas unidades ou áreas comuns e entupimentos em ralos e pias exigem reparos imediatos para evitar danos à estrutura do prédio, mofo e proliferação de doenças.
Falhas na rede elétrica: Curtos-circuitos, sobrecargas e quedas de energia demandam intervenção rápida para garantir a segurança dos moradores e prevenir incêndios.
Problemas estruturais: Rachaduras nas paredes, fissuras no concreto e desprendimentos de revestimentos indicam possíveis comprometimentos à estrutura do edifício, necessitando de avaliação e reparo imediatos por profissionais especializados.
Defeitos em elevadores: Pane no sistema de elevação, falhas nas portas e mau funcionamento dos botões exigem reparos urgentes para garantir a segurança dos usuários e evitar acidentes graves.
Danos em portões e cercas: Arrombamentos, desgaste excessivo e mau funcionamento dos sistemas de abertura e fechamento comprometem a segurança do condomínio e exigem reparos rápidos.
Quais os benefícios que as manutenções corretivas proporcionam para o condomínio?
As manutenções desse tipo proporcionam benefícios para toda a comunidade do condomínio, como:
Segurança dos Moradores: Ações imediatas para solucionar problemas como vazamentos elétricos, falhas estruturais e defeitos em elevadores garantem a segurança e o bem-estar dos residentes, prevenindo acidentes e situações de risco.
Preservação do Patrimônio: A resolução rápida de problemas como infiltrações, rachaduras e desgastes evita danos maiores à estrutura do prédio, prolongando sua vida útil e reduzindo custos com reformas dispendiosas no futuro.
Melhoria na Imagem do Condomínio: Um ambiente seguro, bem cuidado e livre de problemas frequentes contribui para uma imagem positiva do condomínio, valorizando os imóveis e facilitando a captação de novos moradores.
Cumprimento da Legislação: A realização de manutenções corretivas está em conformidade com as normas e leis que regulamentam a segurança e habitabilidade dos condomínios, evitando sanções legais e multas.
Existe alguma desvantagem quando se trata da manutenção corretiva?
A principal desvantagem quando se trata da manutenção corretiva é esperar o dano acontecer para só depois agir. Com isso, o preço das peças, equipamentos e mão-de-obra pode sair mais caro, já que a urgência em solucionar os problemas impedem uma pesquisa mais aprofundada de orçamentos.
Além disso, dependendo do dia, horário e tipo de conserto a ser realizado, a manutenção pode demorar para ser concluída.
No mundo digital de hoje, o Instagram tornou-se muito mais do que apenas uma plataforma para compartilhar fotos pessoais. Para síndicos, essa rede social oferece uma oportunidade única de se conectar com o mercado, construir uma imagem forte e atrair mais clientes.
No entanto, para aproveitar ao máximo o potencial do Instagram como síndico, é essencial transformar a sua conta pessoal em uma conta profissional.
Por isso, veja a seguir o passo a passo para transformar o seu Instagram pessoal em uma conta empresarial e começar os seus primeiros passos na construção do seu marketing pessoal. Continue lendo!
Por que mudar a sua conta no Instagram para profissional?
Transformar a sua conta pessoal do Instagram em uma conta empresarial pode ser uma jogada inteligente para síndicos que desejam fortalecer a sua presença online e melhorar a sua reputação no mercado condominial.
Esta mudança oferece uma série de vantagens exclusivas, especialmente adaptadas para atender às necessidades específicas dos síndicos. Aqui estão três principais vantagens:
Análise de insights esclarecedores
Ao fazer a transição para uma conta empresarial, você terá acesso a ferramentas avançadas de análise de dados.
Isso permite que você obtenha informações valiosas sobre quem está interagindo com sua conta, quais são os horários de pico de atividade e quais tipos de conteúdo estão gerando mais engajamento.
Com esses insights, você pode ajustar sua estratégia de conteúdo para melhor atender às necessidades e interesses dos condomínios.
Acesso ao painel profissional
O Instagram oferece um painel profissional exclusivo para contas empresariais, onde você pode acompanhar o desempenho da sua conta de forma mais detalhada.
Além disso, você terá acesso a uma variedade de ferramentas profissionais projetadas para ajudá-lo a gerenciar e otimizar a sua presença online. Isso inclui recursos como agendamento de postagens, análise de concorrentes e muito mais.
Com essas ferramentas ao seu alcance, você pode elevar sua estratégia de marketing e comunicação para o próximo nível.
Opções de exibição de informações
Uma vez que você tenha uma conta empresarial, você terá a capacidade de exibir informações importantes diretamente no seu perfil. Isso inclui detalhes de contato, como e-mail e número de telefone, que podem ser úteis para os condomínios que desejam entrar em contato com você.
Além disso, você também pode escolher exibir a categoria da sua empresa, ajudando os clientes a entenderem melhor a natureza do seu papel como síndico. Essas opções de exibição de informações podem tornar sua conta mais informativa e acessível para os moradores, facilitando a comunicação e o engajamento.
Ao considerar essas vantagens, fica claro que mudar para uma conta profissional no Instagram pode ser uma jogada estratégica para síndicos.
Ao aproveitar os recursos e ferramentas disponíveis para contas empresariais, você pode criar uma experiência mais envolvente e informativa para os seus clientes, consolidando sua posição como um síndico confiável e eficaz.
Antes de darmos início ao processo de configuração da sua conta empresarial no Instagram, é importante estar ciente de alguns requisitos e limitações que podem influenciar a sua decisão.
Aqui estão alguns pontos importantes a considerar:
Se você ainda não possui uma conta no Instagram, o primeiro passo é criar uma. No entanto, se já tiver uma conta pessoal, você pode simplesmente usá-la para transformá-la em uma conta empresarial;
É importante observar que o Instagram impõe um limite de cinco contas por usuário. Isso significa que você só pode ter até cinco contas ativas no Instagram ao mesmo tempo. Felizmente, isso não significa que você precisa entrar e sair constantemente de diferentes contas. Você pode alternar facilmente entre suas contas sem precisar fazer logout e login repetidamente.
Ao entender essas considerações preliminares, você estará preparado para prosseguir com confiança para o próximo passo: a configuração da sua conta empresarial no Instagram.
Como transformar o Instagram pessoal em profissional: passo a passo
Transformar a sua conta pessoal do Instagram em uma conta empresarial é um processo simples, mas que requer atenção aos detalhes. Aqui está um guia passo a passo detalhado:
#01: Acesse o seu perfil
Abra o aplicativo do Instagram e acesse o seu perfil tocando no ícone do seu perfil, geralmente localizado no canto inferior direito da tela.
#02: Menu de opções
No canto superior direito do seu perfil, você encontrará um ícone de três linhas ou três pontos, dependendo da versão do aplicativo. Toque nesse ícone para acessar o menu de opções.
#03: Tipo e ferramentas da conta
Dentro do menu de opções, localize e toque na opção “Tipo e ferramentas da conta”.
#04: Mudança para conta profissional
Dentro das configurações de conta, você verá a opção “Mudar para conta profissional”. Toque nessa opção para iniciar o processo de mudança.
#05: Seleção da categoria
Agora, você será solicitado a selecionar uma categoria para sua empresa. Escolha a categoria que melhor descreve o seu negócio e toque em “Concluir”.
#06: Configuração da conta empresarial
Em seguida, selecione “Empresa” como o tipo de conta e prossiga tocando em “Avançar”.
#07: Adição de detalhes de contato
Você terá a oportunidade de adicionar detalhes de contato relevantes, como e-mail e número de telefone. Essas informações podem ajudar seus seguidores a entrar em contato com você diretamente. Para pular esta etapa, você pode optar por “Não usar minhas informações de contato”.
#08: Opção de compartilhar logins com o Facebook
Se desejar, você pode optar por conectar sua conta empresarial do Instagram a uma Página do Facebook associada à sua empresa. Esta etapa é opcional e pode facilitar o gerenciamento de recursos disponíveis para empresas na plataforma Meta. Você pode optar por pular esta etapa, se desejar.
#09: Conclusão da configuração
Finalize a configuração da sua conta empresarial concluindo as etapas opcionais ou tocando no “X” no canto superior direito para retornar ao seu perfil.
#10: Exibição de informações comerciais
Para exibir ou ocultar informações comerciais no seu perfil, acesse o seu perfil e toque em “Editar perfil”. Sob “Informações comerciais públicas”, você pode escolher se deseja ocultar ou exibir informações de contato e o rótulo da categoria. Depois de fazer as alterações desejadas, toque em “Concluir”.
As reuniões de assembleia são parte fundamental dentro do contexto condominial, pois é nesse momento que pautas relevantes para a comunidade são debatidas e decididas, exigindo a ampla participação dos condôminos. Porém, não são todas as pessoas que podem votar em assembleia de condomínio, e neste artigo você vai saber quem pode ou não pode contribuir na tomada de decisões.
Vamos mostrar o que a lei diz sobre esse assunto e como o síndico deve agir nesses casos. Acompanhe a leitura!
O que é assembleia de condomínio?
Diferente do que muita gente pensa, a assembleia de condomínio é composta pelos condôminos de um empreendimento, ou seja, é o grupo de pessoas que são donas de uma ou mais propriedades dentro de um condomínio.
Toda reunião de assembleia é para tomada de decisão?
As reuniões de assembleia são realizadas para diversos fins: debater sobre a necessidade de realizar obras de manutenção, adequação ou reparo nos condomínios, prestar contas, eleger o síndico, destituir o síndico, apresentar fornecedores, entre outras situações. Então nem sempre as reuniões de assembleia serão para tomada de decisão.
Para saber mais sobre os tipos de reuniões de assembleias e quando devem ser convocadas, clique aqui.
Todo mundo pode votar em assembleia de condomínio?
Para votar nas decisões apresentadas em uma assembleia de condomínio, existem algumas condições que são respaldadas pela lei. Portanto, não são todos os condôminos que podem votar em assembleia de condomínio.
Em uma assembleia de condomínio, o direito a voto é concedido, em regra geral, apenas aos proprietários das unidades condominiais, desde que estejam em dia com suas obrigações condominiais. Isso significa que apenas quem possui o título de propriedade do imóvel pode votar nas assembleias. Inquilinos, cônjuges e outros moradores que não constam no título não têm direito a voto por lei.
É o que consta no artigo 1.335, III do Código Civil, que estabelece que o condômino tem direito de participar das assembleias e de votar nas deliberações se estiver quite com suas obrigações.
A convenção de condomínio também pode conter regras específicas sobre o direito a voto, desde que não sejam contrárias à lei.
Porém, existem exceções. De acordo com a Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/91), no artigo 83, permite que o inquilino vote em assembleias que tratem de despesas ordinárias, na ausência do condômino locador. Para isso, o inquilino precisa apresentar procuração por escrito do locador.
A construtora ou incorporadora que ainda detém unidades condominiais tem direito a voto em assembleia, desde que esteja pagando a taxa condominial relativa a elas.
Por que apenas os proprietários podem votar na reunião de assembleia?
A principal razão pela qual apenas os proprietários podem votar é porque eles são os responsáveis pelas decisões tomadas em assembleia e são eles que investem no imóvel e que arcam com os custos das despesas condominiais.
Portanto, considera-se justo que apenas os proprietários tenham o direito de decidir sobre assuntos que afetam diretamente o seu patrimônio.
Porém, mesmo quem não tem direito a voto pode participar das assembleias de condomínio e se manifestar sobre os assuntos em discussão. Caso necessário, os proprietários podem conceder procuração a terceiros para que os representem nas assembleias. A procuração deve ser por escrito e conter especificação dos poderes que serão conferidos ao procurador.
Se você é proprietário de uma unidade condominial e não vai poder comparecer na próxima reunião de assembleia, utilize uma procuração com uma pessoa da sua confiança. Baixe aqui um modelo de procuração, é gratuito!
Os condomínios não são todos iguais. Eles variam muito em finalidade, tipos de unidade, estrutura e tamanho. E é claro que, por consequência, os desafios que o gestor enfrentará também vão variar de acordo com essas diferenças.
Em live do nosso canal do YouTube, nós discutimos a temática “Gestão de condomínios pequenos: como vencer os desafios e fazer uma gestão eficiente” com a síndica profissional Kelly Ribeiro, parceira certificada pela TownSq e atuante no Vale do Paraíba Paulista.
Neste artigo, confira os principais pontos sobre esse assunto, conheça as vantagens e se prepare para gerenciar condomínios de pequeno porte. Continue lendo.
Quem é a síndica Kelly Ribeiro?
A síndica profissional Kelly Ribeiro, certificada pela TownSq desde 2020, atua no mercado condominial desde 2016. Com condomínios na Região do Vale do Paraíba, a sua empresa atende a cidade de Jacareí e de São José dos Campos, em São Paulo.
Antes de iniciar a sua carreira como síndica, Kelly exerceu sua formação de Engenheira Mecânica por aproximadamente 15 anos, e em 2015 decidiu fazer algo diferente: se tornou subsíndica do condomínio em que morava.
Gostando da função, decidiu se especializar para o mercado, largou a área de formação e se aprimorou nas habilidades necessárias para trabalhar com gestão condominial. “Acho que o bichinho da área condominial me mordeu e de lá para cá eu comecei a atuação no exclusivamente no mercado condominial”, conta.
Nestes quase 9 anos, Kelly se transformou numa empresa e começou a trazer para a sua carteira de clientes os mais diversos tipos de condomínio. Posteriormente, definiu sua especialização em condomínios menores.
O que consideramos para classificar um condomínio como “pequeno”?
Na TownSq, entendemos que condomínios pequenos são aqueles com até 50 unidades. Mas a resposta pode variar, pois depende da perspectiva da comparação com outros condomínios.
Muitas vezes também, o que normalmente chamamos de “condomínios de pequeno porte” são aqueles que possuem alguns desafios característicos.
Kelly explica que, apesar de pensarmos que são pequenos apenas os condomínios de 9, 12, 15 unidades, para muitas pessoas um condomínio de até 100 unidades pode ser pequeno, por passar pelas mesmas situações que condomínios menores.
Quais são as diferenças na gestão de condomínios pequenos e grandes?
Quando falamos em gestão condominial, já imaginamos ali o porteiro, o zelador, os auxiliares de serviços gerais… E aí começam as diferenças: condomínios menores, muitas vezes, não geram receita o suficiente para contratar tantos funcionários.
“Hoje eu posso falar que dos condomínios que eu gerencio, 60% ou 70% não tem portaria. Alguns deles têm tecnologia avançada, como de portaria virtual ou de um atendimento autônomo”, contou Kelly.
Com o baixo número de funcionários em horário comercial, algumas adaptações na rotina do síndico e do condomínio precisam ser feitas.
“Quando vamos receber o produto de limpeza pro condomínio, por exemplo, vai ter que adequar a agenda e ter toda essa logística, porque você não tem todos os recursos na mão assim como em condomínios maiores”, explicou a síndica.
Como gerenciar o condomínio pequeno à distância?
Mesmo que o condomínio menor exija um esforço maior do síndico para fazer algumas atividades funcionarem, ele não exige que o gestor esteja lá o tempo todo. O gerenciamento à distância é possível para condomínios de todos os tamanhos. A diferença é que, para aqueles de pequeno porte, alguns cuidados são fundamentais.
Segundo Kelly, o primeiro desafio está em conseguir mostrar o seu potencial para as pessoas, especialmente quando o síndico acaba de iniciar as suas atividades no condomínio. “Essas pessoas não te conhecem, (ainda) não sabem da qualidade do trabalho”.
O condomínio maior, por sua vez, tem mais recursos para que a equipe apoie a gestão à distância. Quando o síndico deseja atuar em condomínios menores, precisa conhecer esse mercado, para saber passar confiança do seu bom trabalho. Para Kelly, isso significa “dinamismo para conhecer a maioria ou todos os moradores” e uma “proximidade, não de amizade, mas de tratar (os moradores) de forma mais próxima”.
Outro ponto fundamental que permite um bom gerenciamento a distância é construir ao longo do tempo uma rede de prestadores de serviço confiável. O síndico vai precisar ter uma boa lista de contatos para ser ajudado em determinadas situações.
Kelly aconselha que cada gestor conheça a realidade do condomínio e suas limitações, e busque prestadores de serviço e empresas capacitadas. Assim, em determinadas emergências, mesmo de longe, o síndico consegue resolver.
“O síndico não precisa estar lá, porque não é ele quem vai colocar um portão de volta para funcionar. Mas ele tem que saber o prestador de serviço que vai conseguir solucionar o problema”, exemplificou.
Além disso, as manutenções preventivas precisam estar sempre em dia. Essa prática, além de fundamental para a segurança dos moradores e estrutura, é a melhor forma de prevenir gastos maiores no futuro. Esse cuidado antecipado é fundamental para evitar grandes prejuízos em caixas que já têm a arrecadação mais limitada.
Além de saber como fazer uma gestão eficiente, o síndico precisa saber comunicar com constância e clareza tudo o que está acontecendo.
Compartilhar os detalhes da gestão com os moradores é um caminho para gerar mais confiança. Uma boa opção – utilizada também pela síndica Kelly – é um aplicativo de condomínio como o TownSq. Por lá, o síndico poderá apresentar todas as ações operacionais que foram executadas dentro do condomínio. Essa iniciativa transmite mais transparência, gera confiança e pode garantir o reconhecimento desse profissional, às vezes refletido numa reeleição.
Aproveitar os benefícios da tecnologia é para qualquer tipo de condomínio. E para quem acredita que um aplicativo pode não ser bem aceito em um condomínio com idosos, por exemplo, Kelly conta uma história que prova o contrário.
A filha de uma condômina idosa de um prédio de 40 unidades em que Kelly atua demonstrou receio quanto à comunicação pelo aplicativo, já que sua mãe poderia não saber usar. Demonstrando cuidado e empatia, a síndica passou o acesso ao aplicativo para todos os filhos da moradora, que agora têm também recebem todas as informações do condomínio e podem ajudar a mãe com os avisos, como de reunião e manutenções. A síndica foi parabenizada pela preocupação com a experiência da moradora.
A conclusão é de que a tecnologia pode ajudar o gerenciamento à distância, mas cabe ao síndico estar interessado em ajudar os moradores a engajarem nas mudanças positivas para o condomínio.
Como evitar problemas financeiros em um condomínio com pouca arrecadação?
Para fazer uma boa gestão financeira em qualquer condomínio, Kelly recomenda que o síndico conheça os espaços e suas limitações. E quando o assunto é inadimplência, o maior entre os problemas financeiros, o impacto pode ser ainda maior para condomínios pequenos. Em um edifício de 10 unidades, um morador que deixa de pagar é 10% da arrecadação prevista, algo que pode prejudicar o pagamento das contas básicas daquele edifício.
Uma das técnicas que Kelly aplica para incentivar o pagamento correto da taxa condominial é educar os moradores quanto à importância de estar em dia com o condomínio. “Eu sempre tento trazer o condômino para a realidade da gestão. (…) Isso incluir mantê-los informados, seja da pequena melhoria que você faz, seja do andamento da instalação da cerca elétrica, ou do número de chamados.” Mostrar o impacto do trabalho que está sendo realizado é uma forma de conscientização.
Como o síndico profissional pode conquistar uma assembleia de condomínio pequeno concorrendo com um síndico morador?
Muitas vezes, os moradores de um condomínio menor podem preferir que o gestor seja um morador ou conhecido. Para ter mais chances de conquistar esses moradores, Kelly orienta que o síndico profissional estude o condomínio para o qual deseja se candidatar. “Entender qual que é a dor, o que que eles estão querendo. Nem todo condomínio é igual, então entender o que que eles estão desejando é importante”.
Além disso, um grande ponto destacado por Kelly foi o da imparcialidade. Essa é uma característica única do síndico profissional, e uma vantagem que pode ser usada em sua vantagem.
Depois de entender o condomínio e apresentar seus diferenciais, o síndico já eleito pode promover outras ações para conquistar os moradores. Poder conhecer todos ou a maioria dos moradores é uma das vantagens de trabalhar em um condomínio de pequeno porte.
Kelly citou como exemplo uma ação que conseguiu promover de Dia das Mães em um dos condomínios que atende: ela convidou uma consultora para levar uma aula de maquiagem e autocuidado para as moradoras. O resultado foi muito positivo. “Que seja um café simples, ou levar uma determinada palestra. São formas de conseguir trazer as pessoas mais próximas”.
Essa é uma prova de que a capacidade técnica conquista o condomínio, mas a capacidade de criar confiança e relacionamentos é o que pode manter o profissional ali. Unir a gestão eficiente com boas iniciativas de conexão é o casamento perfeito.
Os desafios em atuar num condomínio com poucos moradores
Aproximar o público na medida certa e saudável pode ser um desafio para síndicos de condomínios menores. Isso porque o morador não pode confundir a boa conexão com o síndico com uma amizade que “fecha os olhos” para o desrespeito às normas do condomínio.
Neste momento, Kelly orienta os profissionais a agirem com respeito e clareza. Ela explica que o regimento interno e a convenção condominial são documentos que precisam ser seguidos, e relembra os moradores do motivo do condomínio ter contratado um profissional. “Você fez uma contratação de um profissional para te ajudar aí no condomínio. Não sou eu que desenhei o regimento interno, já é do nosso prédio. Então se ali está determinado tal horário, eu não tenho essa autonomia de mudar”.
Essa é uma forma de fazer com que o condômino compreenda as obrigações do síndico de fazer com que as regras sejam respeitadas, e o gestor consegue manter a ordem com uma boa comunicação.
Como garantir uma boa gestão quando síndico precisa tirar férias?
Quando o síndico conhece o andamento e necessidades do condomínio, seja qual for o seu tamanho, ele consegue se organizar e preparar todos os envolvidos para poder tirar férias. Mesmo em condomínios menores, que exigem algumas particularidades do gestor, isso é possível com a preparação adequada.
Quando começou na profissão, Kelly fazia de tudo. Como estava iniciando na carreira de síndica, passava muito tempo adquirindo conhecimento, buscando clientes, tomando conta do processo. Uma vida comum de empreendedor e gestor iniciante. Atualmente, com 11 condomínios, ela acha difícil poder tirar muitos dias de férias, como muitos outros trabalhos permitem. “Não existe ‘30 dias de férias, e eu vou ficar viajando e o condomínio vai rodar, ou alguém vai fazer no meu lugar com a qualidade que eu faço.’”
No entanto, conhecendo bem cada condomínio, o síndico pode se planejar e garantir que tudo esteja em dia para que uma viagem seja possível. Sempre com muita organização, antecedência e responsabilidade.
Hoje, Kelly já pode contar com uma funcionária contratada para ajudar na organização e solução de problemas dos condomínios que atende, que auxilia a síndica para que tudo funcione bem em caso de ausência.
Outra grande aliada nos momentos de descanso do síndico é a tecnologia. Por meio do aplicativo o síndico consegue ter controle das manutenções e até ficar mais tranquilo podendo visualizar a situação de cada condomínio, mesmo que de longe. Também é possível direcionar algumas demandas para funcionários. “Sem tecnologia, de maneira geral, eu não conseguiria trabalhar. Ela não veio para substituir, em nenhum momento. Ela veio para agregar”, explicou.
Quais são as vantagens em atender condomínios menores?
Kelly conta que conseguiu se encontrar meio condominial com a gestão de condomínios menores.
Para ela, a primeira vantagem dessa escolha é ter uma carteira com muitos clientes que garante mais segurança no trabalho do síndico. Perdendo um cliente, o impacto financeiro não será tão grande. Quando o profissional aposta em poucos condomínios maiores, qualquer mudança pode interferir muito.
Outra vantagem é o tempo dedicado a resolução de problemas. Em condomínios menores, Kelly acredita que as situações são mais gerenciáveis. Especialmente para quem está começando, iniciar com um público pequeno pode ser uma boa ideia. Tanto para se apresentar para uma assembleia na eleição quanto para gerenciar.
Confira a live completa sobre gestão de condomínios pequenos com a síndica profissional Kelly Ribeiro e outras dicas da TownSq para uma gestão de sucesso.
Desde sua ascensão, o WhatsApp tem sido uma ferramenta valiosa para comunicação, inclusive nos condomínios.
Com sua facilidade de uso e acesso instantâneo, os grupos de WhatsApp tornaram-se um meio popular para os moradores compartilharem informações e interagirem entre si.
No entanto, essa conveniência não veio sem desafios. Os grupos de WhatsApp, embora tenham proporcionado uma maneira rápida de disseminar informações, também apresentaram limitações significativas.
Problemas como a dispersão de mensagens importantes em meio a conversas triviais, a falta de privacidade e a dificuldade de gerenciar conflitos tornaram-se obstáculos frequentes para uma comunicação eficaz nos condomínios.
Diante desses desafios, surge o TownSq como uma alternativa promissora, oferecendo soluções específicas para os problemas enfrentados pelos condomínios.
Neste post, exploraremos como o TownSq está revolucionando a comunicação condominial, substituindo os tradicionais grupos de WhatsApp e proporcionando uma experiência de comunicação mais organizada, segura e eficiente para os condôminos e síndicos. Continue lendo!
58,4% dos condomínios brasileiros usam o aplicativo condominial como principal canal de comunicação
Nos últimos anos, o WhatsApp se tornou uma ferramenta de comunicação onipresente em muitas esferas da vida cotidiana, inclusive nos condomínios.
No entanto, embora seja conveniente, o uso exclusivo do WhatsApp como principal meio de comunicação em um condomínio pode apresentar uma série de desafios e riscos que podem comprometer a eficácia e a harmonia da comunicação condominial.
Um dos principais perigos do WhatsApp para a comunicação condominial é a falta de controle sobre a privacidade das informações compartilhadas.Em grupos de WhatsApp, as mensagens são visíveis para todos os membros do grupo, o que pode resultar na divulgação inadequada de informações sensíveis sobre questões pessoais ou relacionadas à administração do condomínio.
Isso pode criar situações constrangedoras ou até mesmo desencadear conflitos entre os condôminos.Além disso, a sobrecarga de informações é outro desafio enfrentado ao utilizar o WhatsApp como principal canal de comunicação em um condomínio.
Com o volume constante de mensagens sendo trocadas, é fácil para os membros do grupo se sentirem sobrecarregados e perderem informações importantes entre as conversas.Isso pode resultar em uma comunicação ineficaz e na falta de engajamento por parte dos condôminos em questões importantes relacionadas ao condomínio.
Para lidar com esses desafios, muitos condomínios têm adotado aplicativos condominiais dedicados como uma alternativa mais eficaz e segura ao WhatsApp.
De acordo com dados recentes, cerca de 58,4% dos condomínios brasileiros utilizam aplicativos condominiais como seu principal canal de comunicação.Esses aplicativos oferecem recursos que permitem uma comunicação mais organizada, segura e personalizada entre os condôminos e a administração do condomínio.
Por meio de um aplicativo condominial, os condôminos podem acessar informações relevantes, como comunicados, atas de reuniões, reservas de áreas comuns e até mesmo pagar suas taxas condominiais, tudo em um ambiente seguro e controlado.
Além disso, os administradores do condomínio podem enviar mensagens direcionadas e segmentadas para grupos específicos de condôminos, garantindo que as informações sejam entregues de forma eficaz e sem comprometer a privacidade de ninguém.
Embora o WhatsApp tenha sido uma ferramenta popular para a comunicação em condomínios, os riscos associados à falta de privacidade e sobrecarga de informações destacam a importância de buscar alternativas mais seguras e eficazes, como os aplicativos condominiais dedicados.
Ao adotar essas soluções, os condomínios podem melhorar significativamente a qualidade e a eficiência de sua comunicação, promovendo uma convivência harmoniosa e colaborativa entre os condôminos.
WhatsApp versus TownSq: veja 4 principais diferenças
#01: Envio de avisos para os condôminos
No WhatsApp
Imagine: o síndico precisa comunicar a data da próxima reunião de assembleia.
Ele posta a mensagem no grupo do WhatsApp, mas logo ela é afogada por uma enxurrada de outras mensagens, desde conversas triviais até memes engraçados.
Se identificou?
Pois é, no WhatsApp, a comunicação do síndico enfrenta desafios significativos devido ao grande volume de mensagens e à falta de controle sobre o fluxo de informações.
A dispersão de avisos importantes pode resultar na perda de informações cruciais pelos condôminos que, posteriormente, não saberão o que está acontecendo no condomínio.
No TownSq
Neste caso, o síndico pode emitir uma circular única e garantir que todos os moradores sejam notificados instantaneamente, tanto em seus celulares quanto em seus e-mails.
Isso significa que nenhum condômino corre o risco de perder informações cruciais, pois todos recebem a notificação diretamente em seus dispositivos, onde quer que estejam.
Dessa forma, a comunicação do síndico se torna mais eficiente e confiável, sem o risco de se perder em meio ao barulho digital do WhatsApp.
#02: Registro das reclamações dos condôminos
No WhatsApp
Os conflitos entre condôminos frequentemente se intensificam devido à natureza pública das conversas. Todos os membros do grupo têm acesso às mensagens, o que pode levar a um aumento significativo de atritos e brigas.
Por exemplo, imagine uma discussão sobre o uso inadequado das áreas comuns do condomínio.
Os ânimos se exaltam, e rapidamente a conversa se transforma em um campo de batalha virtual, onde cada parte defende sua posição de forma agressiva e pública.
Nesse contexto, o síndico pode se sentir perdido ao tentar gerenciar o conflito. As reclamações dos condôminos se misturam com outras mensagens no grupo, dificultando a sua identificação e acompanhamento.
Além disso, a demora na resolução de um problema pode criar ressentimentos e tensionar ainda mais o relacionamento entre os condôminos e o síndico.
No TownSq
Por outro lado, no aplicativo TownSq, os moradores podem registrar as suas demandas de forma privada no livro de ocorrências online.
Isso permite que todos expressem as suas preocupações de maneira confidencial, sem o medo de serem julgados ou expostos publicamente.
Ao garantir a privacidade das reclamações, o TownSq promove um ambiente mais propício à resolução pacífica de conflitos, além de preservar a integridade e a confiança no relacionamento entre o síndico e os condôminos.
#03: Engajamento dos condôminos
No WhatsApp
Neste canal, é comum que os assuntos profissionais se misturem com conversas pessoais, dificultando o engajamento dos moradores em questões relevantes do condomínio.
Por exemplo, imagine que o síndico queira obter feedback sobre uma determinada mudança realizada no condomínio.
Ao postar a pergunta no grupo do WhatsApp, as respostas podem ser ofuscadas por conversas paralelas sobre assuntos não relacionados, como planos para o fim de semana ou recomendações de restaurantes locais.
Essa falta de organização e foco dificulta a coleta de informações úteis pelo síndico, comprometendo sua capacidade de tomar decisões informadas em nome da comunidade condominial.
No TownSq
Em contrapartida, no aplicativo TownSq, existe a funcionalidade de enquetes, que permite que os moradores apresentem as suas opiniões de maneira organizada e eficiente.
O síndico pode criar enquetes específicas sobre questões importantes do condomínio, como reformas, novas políticas ou eventos comunitários. Dessa forma, os moradores podem expressar suas opiniões de forma clara e direta, sem o ruído e a distração das conversas irrelevantes.
Ao promover o engajamento dos moradores por meio de enquetes, o TownSq facilita a participação ativa de todos os condôminos nos assuntos relevantes do condomínio, promovendo uma comunidade mais unida e colaborativa.
#04: Reserva do salão de festas e outras áreas comuns
No WhatsApp
Organizar as reservas das áreas comuns manualmente pode rapidamente se tornar uma dor de cabeça para o síndico, especialmente se os moradores também usam o WhatsApp para saber mais informações das reservas ou reclamar sobre problemas nesse processo.
Por exemplo, quando um condômino solicita uma reserva de última hora ou quando surgem conflitos de horários entre os moradores, o síndico muitas vezes se vê sobrecarregado com a tarefa de conciliar as demandas de todos, enquanto simultaneamente tenta gerenciar as discussões e queixas que surgem no grupo do WhatsApp.
Essa sobrecarga de trabalho e comunicação descentralizada pode resultar em erros na organização das reservas, conflitos entre os condôminos e até mesmo na perda de informações importantes.
Além disso, o síndico pode enfrentar dificuldades para manter o controle das demandas e reclamações dos moradores, o que pode afetar negativamente sua capacidade de gerenciar eficazmente o condomínio.
No TownSq
Por outro lado, no TownSq, essa tarefa se torna incrivelmente simples e conveniente para todos os envolvidos.
Os moradores têm acesso a uma funcionalidade específica que lhes permite verificar o calendário de disponibilidade do salão de festas, selecionar a data e o horário desejados e confirmar a reserva, tudo sem a necessidade de intermediários ou intervenção do síndico.
Essa abordagem elimina completamente a possibilidade de reservas conflitantes e garante que todas as informações relevantes sejam armazenadas de forma organizada e acessível a todos os envolvidos.
Dessa forma, tanto os moradores quanto o síndico podem desfrutar de uma experiência tranquila e eficiente ao lidar com as reservas de salão de festas, sem o risco de perder informações importantes ou enfrentar mal-entendidos comuns ao utilizar o WhatsApp.
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